Menina Mundo

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Somos uma casa pelo mundo. Viajamos em família, a Mia é a nossa Menina Mundo, é também o nome do blogue onde contamos as histórias desta aventura. Miriam Pina conta as histórias por palavras e Nelson Paiva através da sua objectiva.
  • De bicicleta por Hôi An: a essência do Vietname mora aqui

    Têm a bicicleta à mão? Subam para ela e venham connosco. Atravessemos juntos este caminho estreito, desenhado no meio dos arrozais, o verde repete-se: à direita, à esquerda. Sintamos o vento: passa-nos pelos cabelos, protegidos num lenço enrolado. E o sol desenha-nos as sombras: somos mãe e filha, u
  • Barcos redondos? Venha conhecê-los no Vietname

    Perguntar-se-ão, estes homens, sobre a fibra de que são feitos? Enfrentam a rebentação das ondas, em pé, com um remo que os sustenta, o mesmo com que comandam o barco. Pelo percurso vão largando as redes e com elas as bandeiras vermelhas – como a do seu país – que lhes ensinarão o caminho de regress
  • Anda comigo ver os arrozais em Sapa no Vietname

    Estamos no meio dos arrozais, perdidos algures pelo vale Muong Hoa. Connosco, além da Say, há um grupo de mulheres que nos acompanham durante esta caminhada, pertencem à tribo Hmong e são facilmente identificadas pelos seus trajes pretos tradicionais e pelos lenços de um axadrezado colorido, que tra
  • Conheça a mais bela baía do mundo - Ha Long Bay

    Há um lugar no mundo onde um dragão mora no oceano. Correu das montanhas para se esconder nas águas. Enquanto corria, a sua cauda afundou a terra, desenhou vales e estes encheram-se de água, deixando a descoberto pedaços de terra que saem do mar, onde ele se esconde. Nós fomos conhecer esse lugar ún
  • Beber café no Vietname: uma experiência única

    "Negro como o diabo, quente como o inferno, puro como um anjo, doce como o amor". A citação é de Charles Maurice de Talleyrand-Perigord, um político e diplomata francês e figura controversa na história do país. E, excluindo a última parte da frase - o doce no café preto -, concordamos com a restante
  • Good Morning Vietname – o caos de Hanói

    Hanói acorda às 6h e às 6h de cá já não há cama em que caibamos, agitam-se os corpos, mesmo mal dormidos (de um dia inteiro de viagem). Agitam-se como se copiassem a agitação lá fora: buzinas, pessoas a falar, galos a cantar, tudo ao mesmo tempo e tudo tão intenso que chega ao 5º andar da rua Bat Su
  • Adeus, China: o senhor que desenha olhos com as mãos

    Em viagem, cruzamos-nos com rostos desconhecidos muitas vezes por dia: rostos que nunca vimos antes, rostos que nunca veremos de novo. Neste dia, deixaríamos a China e, de todos os olhos, guardámos os do senhor de olhos pequenos que parecia receber-nos com o seu olhar, acolher-nos no melhor de si.
  • Yangshuo, paisagens incríveis da China

    A terra dançou danças irrepetíveis para fazer nascer Yangshuo. Não vos vou falar dos movimentos das placas tectónicas, disso falar-vos-ia se não tivesse cá estado, se não tivesse sentido Yangshuo. O que aqui há tem de ter nascido no coração de alguém, antes de ter nascido de qualquer explicação cien
  • Lijiang, a bela cidade no sudoeste da China

    É do cimo de Lijiang que vos falo, com uma parte da cordilheira do Himalaia no horizonte. Estamos na Província de Yunnan, no sudoeste da China. Subimos o Lion Hill Park, atravessámos o Pavilhão Wangu para vermos de cima os telhados negros, a calçada antiga.
  • A Grande Muralha da China e a menina dos sapatos vermelhos

    É a estrutura arquitetónica mais longa do mundo, estende-se ao longo de quatro províncias, atravessa o Deserto de Gobi a Mongólia e a região autónoma da Ningxia. Os olhos são poucos, são curtos, fazem-se pequenos, tentam alongar-se, esticar-se, aumentar-se mas deixam muralha para lá de tudo o que po
  • Lama temple: uma criança num templo budista

    É assim que é mais conhecido o Yonghe Temple, em Pequim. Há já um prenúncio do que nos espera pelas ruas que nos levam até lá: estátuas de Buda, talismãs, amuletos budistas vários e incenso relembram-nos que estamos bem perto do maior e mais famoso templo budista tibetano, fora do Tibete.
  • Pequim: Primeiro impacto

    O barulho, a multidão: entram-nos pelos ouvidos, pelos olhos, pelos corpos - que se tocam - num caminhar que eles (que o fazem no quotidiano) sabem de cor; que nós tentamos descodificar numa amálgama de caracteres chineses que, até esta entrada em Pequim, nunca havíamos visto.
  • Fomos: Chegou o dia!

    Já estamos dentro do balão, deste balão que toca os céus e pousa em terras que ainda não conhecemos mas até às quais seremos levados por esta vontade de ir.
  • Viajar com uma criança pequena: que loucura!

    “E a Mia?! Vocês vão levá-la para esses países, isso não é perigoso?” vs “Eh pá! Que fixe, vocês é que são malucos - ou corajosos -, quem me dera; como vos invejo”. Estas foram as reacções que fomos ouvindo quando confiamos, aos mais próximos, esta nossa ideia de partir pelo mundo, em família.
  • O desengavetar dos sonhos

    A memória não nos aponta um dia certo no calendário, nem ponteiros claros no relógio, quando tentamos situar o momento em que decidimos largar este mundo pelo desejo de conhecer o mundo: mais mundo.