A ilha de Santa Maria é a irmã mais velha do arquipélago dos Açores. Tem cerca de seis milhões de anos, mais do dobro da idade das restantes. Tem ainda outra particularidade: foi ilha duas vezes.
São João da Pesqueira teve uma comunidade judaica, há documentação que prova a sua existência desde o início do século XV mas, na verdade, não se sabe exatamente onde era a judiaria. A dedução é que seria no interior das muralhas fernandinas, na área que hoje corresponde à rua Nova e à rua dos Gatos
Camões podia-se ter inspirado na ilha das Flores para contar nos Lusíadas o mito da Ilha dos Amores. As Flores são, de facto, uma ilha paradisíaca. Muito bonita, acolhedora, com zonas selvagens, verdes e com muita água.
Zulmira costuma andar com um rebanho de cabras no alto da Serra da Lousã, nos passadiços da Ribeira das Quelhas, no concelho de Castanheira de Pera. Numa paisagem deslumbrante, onde, por vezes, é ela a fotografada. Dizem que não publicam nas redes sociais mas ela descobre quem falta à promessa.
Duas das cinco escolas primárias mandadas construir por Francisco Grandella estão próximas da Lagoa de Óbidos, no concelho de Caldas da Rainha. Uma em Nadadouro, outra na Foz do Arelho. Destacam-se facilmente pelas quatro colunas sobrepostas por um frontão na fachada do edifício e com uma estrela de
As ruínas do Sanatório Albergaria provocam um misto de fascínio e intriga porque o edifício nunca foi acabado. Está adormecido numa encosta do monte do Cabeço de Montachique, próximo de um excelente miradouro com um baloiço, na freguesia de Lousa, concelho de Loures.
O Vale Formoso das Furnas, na ilha de São Miguel, é único. Estamos num vale que a cratera é um vulcão adormecido, em 1630, depois de uma profunda transformação desta zona.
O Pão de Ló de Coz, no concelho de Alcobaça, é de origem conventual, mas passou para segundo plano quando o rei D. Carlos adorou uma versão, alegadamente mal confecionada, e ficou conhecida como Pão de Ló de Alfeizerão. O de Coz está agora a ser reavivado.
O Biscoito da Teixeira é um doce tradicional da região do Douro. A versão mais conhecida é do concelho de Baião, com origem na freguesia de Teixeira. É usual encontrar-se em feiras e romarias. O mesmo sucede com o biscoito da Teixeira mas com a receita e o saber fazer de Lamego.
As broas de Almeirim são pequenas, ovais, de cor acastanhada, com um ligeiro brilho e destaca-se meia amêndoa incrustada na parte superior. O sabor é suave, com predominância do mel, canela e erva-doce.
A Torre, o lugar mais alto de Portugal continental, foge à ideia habitual de um lugar ermo. Pelo contrário, é de fácil acesso, por estradas alcatroadas, fica num planalto, tem uma rotunda e até dois centros comerciais.
O maior presépio português está na Basílica da Estrela, em Lisboa, e tem quase 500 peças, a maioria são da autoria do notável escultor português Machado de Castro, que viveu no final do século XVIII e inicio do século XIX.
Cabeça Aldeia Natal volta de novo a brilhar num dos pontos mais altos na vertente sul da serra da Estrela. Brilha pela festividade e pela forma inovadora como assinala a época natalícia.
Todos os anos, por esta altura, a igreja de S. Francisco em Évora oferece-nos uma nova exposição temporária de uma das maiores coleções de presépios em Portugal. Este ano vão mais longe e na nave da igreja podemos ver uma obra surpreendente: “Presépio Évora”, da autoria do arquiteto António Bouça.
O Museu do Vidro, na Marinha Grande, vai ter a partir desta terça-feira um brilho suplementar, cheio de surpresas. Para quem o visita e para quem deu corpo ao Vento.
Começa esta segunda-feira a reunião do Comité do Património Mundial da UNESCO que, espera-se, classifique como Património da Humanidade as Festas do Povo de Campo Maior. Seja qual for a decisão, as festas são do povo.
A “romaria” de visitantes que nos dias de hoje se realiza a Óbidos foi no passado ao Senhor Jesus da Pedra. O santuário situa-se nas imediações da vila, junto à estrada para as Caldas da Rainha. Destaca-se pelo volume do edifício. No interior tem uma cruz de pedra enigmática.
Póvoa Dão é uma pérola que se esconde no meio do arvoredo numa encosta íngreme que vai beijar o Rio Dão. Reconstruída com "casas de bonecas" em granito, domina o silêncio porque os habitantes são irregulares, apesar de estar a pouco mais de uma dezena de quilómetros de Viseu.
A igreja de Nossa Senhora dos Navegantes, no Parque das Nações, em Lisboa, tem traços arquitetónicos singulares e é um exemplo de como uma estrutura minimalista ganha imensa beleza. Há a função de culto, que determina a sua forma, mas a arquitetura e o enquadramento com a ponte Vasco da Gama em cená
Uma visita ao News Museum é uma viagem no mundo frenético dos media “onde todos terão seus quinze minutos de fama”. É também um mergulho, numa cadência de instantes, em acontecimentos que marcam as nossas vidas.
É uma das mais interessantes obras de arte e é um dos tesouros nacionais. Está no Museu Nacional de Arte Antiga e há quem venha de propósito a Portugal para ver os demónios de Bosch.
O Palácio das Necessidades, em Lisboa, é um dos locais com maior carga simbólica sobre a vida dos últimos reis de Portugal, a Monarquia Constitucional, o início da atividade parlamentar e também a aposta nas artes e na ciência.
A pandemia, as angústias, a fé, a magia, a alquimia... e a ciência que nos premiou com vacinas e medicamentos em tempo recorde são excelentes contextos para uma visita ao Museu da Farmácia, em Lisboa. No acervo já se encontra a vacina Sputnik V. E muito mais, até uma Pedra Filosofal.
O Casulo de Malhoa destaca-se claramente no centro da vila de Figueiró dos Vinhos. A arquitetura, com planta em forma de T, vários telhados, a cor vermelha intensa dos tijolos e as linhas das paredes formada por blocos pintados de branco dão ainda maior graciosidade à construção.