A descrição do Covão da Ametade está repleta de qualificativos para retratar o seu deslumbramento. “O coração da Serra da estrela”, “romântico”, “brutal”... Sem dúvida que há um covão de emoções quando se visita.
A primeira visão de Verdelhos impressiona de imediato: o enquadramento natural da aldeia da serra da Estrela que acompanha o rio Beijames. De tão verde em redor ficou com o nome de Verdelhos.
No Sardoal toda a gente o conhece como o Eucalipto Grosso. Facilmente se percebe a razão do nome quando nos aproximamos. A circunferência base é de 16 metros e o tronco é cilíndrico com uma largura também enorme. Só depois de se desdobra em vários ramos até atingir os imponentes 64 metros de altura.
A Bela Sombra marca a memória de muitos trabalhadores da Vista Alegre que vivem no bairro operário, em Ílhavo. É também um dos registos da preocupação do fundador da fábrica de a zona residencial oferecer condições agradáveis.
O "cedro do Bussaco" no Príncipe Real é um dos postais ilustrados dos jardins de Lisboa. Não por ser imponente ou por estar classificada como “árvore monumental”. É mais pela graciosidade, a harmonia com o ambiente romântico do jardim França Borges.
A Mata Nacional do Bussaco é deslumbrante e tem um património histórico e natural único. Do ponto de vista botânico oferece uma riqueza e diversidade ímpar. Em Portugal estão classificadas cerca de 470 árvores das quais, 29 estão no Luso e Buçaco.
São quatro moinhos de vento a que se juntou recentemente o Baloiço dos Moinhos. Estão no alto de uma encosta vizinha da aldeia de Entrevinhas, no concelho de Sardoal, numa zona de lazer com vista ampla.
O Baloiço dos Castelo fica na Carapinha, concelho de Tábua, no topo de uma encosta rochosa com uma vista ampla para a serra do Açor e que se estende ao Bussaco e ao Caramulo.
Nunca o antigo restaurante panorâmico de Monsanto de Lisboa teve tanta gente como agora. Abandonado e degradado, revive como miradouro. É a melhor varanda de Lisboa.
Este domingo na Lousa, é dia da festa da Senhora dos Altos Céus, uma das mais interessantes no concelho de Castelo Branco. Hoje é apenas simbólico, devido à pandemia, com missa e algumas "donzelas" no adro da igreja que assinalam as danças tradicionais das Virgens, dos Homens e das Tesouras.
É uma surpresa. Quem segue de carro, por exemplo da Aldeia das Dez para o Piódão, na serra do Açor, é surpreendido com o enorme santuário de Nossa Senhora das Preces. É no lugar de Vale de Maceira, no concelho de Oliveira do Hospital
As quatro Aldeias do Xisto da zona do Tejo e do Ocreza são das menos conhecidas e, por isso, têm a vantagem do isolamento e de oferecerem imagens e vivências genuínas e que remetem para algumas décadas atrás.
José Afonso imortalizou Malpica do Tejo com quatro canções do cancioneiro local e uma das mais conhecidas é Maria Faia. A retribuição costuma ser feita com uma homenagem a Zeca Afonso no dia 1 de Maio. Alguns malpiqueiros sentem orgulho no seu cancioneiro local.
O Museu do Trabalho Michel Giacometti, em Setúbal, está numa antiga fábrica de conservas que preserva a traça original e muitos instrumentos de produção. Narra histórias de vida complementadas com a uma mercearia antiga e instrumentos agrícolas que estiveram na origem do museu.
A igreja de S. Miguel do Fetal é a mais antiga de Viseu e no seu interior repousa Rodrigo, o último rei visigodo. A serpente gigante só se encontra na noite de S. João.
A serra da Estrela oferece-nos uma imensa variedade percursos para caminhadas e lugares fantásticos para montanhismo e escalada. Há muito por onde escolher e a época do ano também é uma opção a ter em conta.
A ponte de Sequeiros, no concelho de Sabugal, é uma obra prima da engenharia medieval e solidificada no século XV. Resiste até os dias de hoje num lugar onde quase tudo desistiu. Ficaram a ponte, o rio Côa e montes cobertos de penedos e giestas. Um ambiente de grande harmonia.
A romaria à Senhora do Almurtão é uma das maiores manifestações religiosas da raia. Realiza-se nos arredores de Idanha-a-Nova, mas reúne gente de muitos outros concelhos da zona Centro de Portugal.
É um passeio para as quatro estações. No Verão aproveitam-se as piscinas naturais para nos refrescarmos e no inverno podemos descobrir cascatas em lugares escondidos e com uma envolvência profundamente natural. Todos os dias menos quando há trovoada.
A Serra da Estrela, na vertente sul, muda muito a paisagem consoante a estação do ano. Entre fragas enormes que esmagam o olhar, a primavera dá agora uma nova vivacidade de cores e perfumes. Sucede à aridez do inverno que em algumas alturas ganha um manto branco. A neve aveluda a superfície e engran
A igreja do Convento de S. Francisco de Évora é um esplendor de beleza. Nada tem de austeridade franciscana. O rigor regista-se na qualidade das peças decorativas e nos três órgãos de meados do século XVIII.
Os canhões fluviais do rio Erges e a fronteira com Espanha remeteram a aldeia de Segura para um profundo isolamento que teve a virtude de ajudar a preservar as tradições. Foi o caso de muitos ritos da Quaresma e da Páscoa.
A tradição manda os padrinhos oferecerem aos afilhados um folar na Páscoa. Se tiver afilhados gulosos, uma das opções é o Folar de Olhão, eleito como uma das 7 Maravilhas Doce de Portugal.