Quatro pontes marcam a paisagem e a história da travessia do Tejo entre Abrantes e Rossio ao Sul do Tejo. São todas do século XIX. Uma cortou cabeças, outra originou contestação por não se dormir a sesta e a das barcas é o exemplo mais evidente de como o rio é implacável.
Duas paredes escarpadas, cada uma com cerca de 170 metros de altura, funcionam como portas e estreitam a passagem do rio. A montante fica um lago que guarda marcas da nossa civilização e até vestígios dos últimos elefantes europeus.
Um lugar belo e misterioso. Para alguns, talvez também seja um símbolo romântico e isso deve-se, em parte, a uma adulteração da estrutura feita no século XIX, que introduziu elementos decorativos. A origem do castelo é desconhecida, talvez um castro pré-histórico e foi ocupado por vários povos.
O “Cegonha Branca” fez hoje a sua viagem inaugural e é o primeiro de um conjunto de 10 navios que deverão estar a operar na travessia entre as duas margens do rio Tejo até 2025.
O inesperado visitante chega pelo mar e traz na bagagem o seu próprio microclima. O Pedro estava lá para o ver quando, na semana passada, voltou a aparecer no Tejo sem reserva.
O Tejo é inspiração para uns, motivação para outros, relaxante para quem passa e uma das paisagens que melhor representa a região. A Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa deixa algumas sugestões de como tirar o melhor proveito do rio nestes dias de bom tempo que se fazem sentir.
Partes da estrutura, inaugurada em fevereiro, foram levadas pela força das águas libertadas pela barragem de Belver. As descargas ocorreram na sequência do "aumento considerável" do caudal do Tejo nos últimos dias.
Por um dia, alguns sortudos passageiros da CP puderam percorrer parte da linha da Beira Baixa, entre Lisboa e Castelo Branco, sem cortinas ou janelas fechadas. O SAPO Viagens seguiu a bordo do Comboio Vintage do Tejo e mostra como foi.
O Porto de Lisboa pretende criar um aeródromo naval no rio Tejo, na zona do Mar da Palha, para dar resposta à crescente procura deste tipo de atividades por entidades do turismo, foi hoje divulgado.
Escaroupim fica à beira rio, tem uma vista admirável para o Tejo, em particular para a superpovoada ilha das Garças, que fica mesmo em frente ao cais. O património é marcado pela cultura avieira que podemos descobrir em detalhe no museu e na Casa Avieira.
O enquadramento natural provoca de imediato uma reação de deslumbramento. Uma estrada de terra batida acompanha num quilómetro e meio a Vala Real e termina num bico de terra, o Bico da Goiva, e o movimento do olhar é acompanhado pelo balouçar para o Tejo.
O Alamal é uma praia natural com águas calmas do Tejo e sempre vigiada pelo castelo de Belver. Fica no concelho do Gavião e faz inveja a quem passa de comboio na outra margem do rio.
O programa cultural em rede “Caminhos da Pedra” leva, de quinta-feira a domingo, duas dezenas de atuações a seis concelhos do Médio Tejo, depois de ter atraído 2.000 pessoas no fim de semana passado.
O Castelo de Belver surpreende os visitantes quando se aproximam da aldeia. Está no cume de um monte, tem uma forma circular e sobressai como o anjo da guarda do casario que está a seus pés. É também um fantástico miradouro para o Tejo.
O castelo é tão belo e bem localizado que é uma pena estar amaldiçoado. Construíram ao lado uma capela mas ninguém esquece a maldição da mulher do rei Vamba. Tudo por causa de amores proibidos. Conheça um olhar diferente sobre as Portas de Ródão.
“É um local soberbo que muitos gostariam de visitar.” Foi o que ditou o júri de um reputado prémio paisagístico internacional para salientar o motivo porque atribuiu o prémio principal ao Parque Ribeirinho da Póvoa de Santa Iria.
O fascínio começa logo à chegada. No final da rua principal, em frente ao largo, deparamos com uma ilha cheia de aves. Ao final da tarde, o rio Tejo, muito calmo, abraça a ilha verde com inúmeras aves brancas e pretas a regressar ao torreão.
É uma paisagem estranha. Singular. Concentração de seixos em montes, nas encostas da serra, no meio de um olival... Por todo o lado pedras arredondadas, brancas, rosadas, cinzentas e muitas delas com mais de um palmo de comprimento.
O parque ribeirinho de Vila Nova da Barquinha acolhe mais uma edição da Feira do Tejo a partir de 9 de Junho. Um programa de cinco dias com muito para oferecer aos locais e visitantes de todas as idades.