Contudo há coisas a saber e que são continuação do meu artigo anterior. Sobre teste PCR  e formas de tratar tudo direitinho e de forma cómoda no país de destino. No México, especificamente em Cancún e Tulum, relaxe totalmente os sentidos e vá mesmo descansado pois eu gostava de ter sabido disto:

1. Não paga taxa turística como é regularmente informado sobre a entrada no México. Pelo menos eu não paguei;

2. Não deixe a marcação do teste PCR para dois dias antes da viagem, faça a marcação logo mal chegue (sim, estará cansado de 10 horas de voo, mas depois compensa o descanso, acredite!). Porquê? Os testes, nalguns locais, apenas providenciam o resultado após 48 horas e não as comuns 24 horas. Isso pode gerar problema para a apresentação da prova na hora do check-in, no aeroporto.

3. Pode realizar o PCR em alguns hotéis (sim, sem sair do seu espaço!) ou fique a saber que em várias estradas movimentadas de Cancún e Tulum encontra sítios de testagem. Vamos falar destes sítios? Siga a cor azul e umas letras gigantes a anunciarem “COVID-19 Test”. Lembre-se desta outra dica que aqui deixo e que descreve a minha eterna sensação quando relembro os sítios ambulantes de testagem: procure uma espécie de carrinhas de venda de gelados. Lembra-se da venda dos gelados e congelados da “Family Frost”? Pronto, é parecido, mas é azul. E do lado encontra uma senhora (ou mais) muito amável que o inscreve para realizar o teste. Elas estão numa mesinha cheia de documentos e com uma humilde ventoinha. Dentro da carrinha vai encontrar, por sua vez, uma enfermeira e uma auxiliar. Cotonete narina acima e já está. 90 dólares que pode pagar de qualquer modo (moeda de lá, moeda norte-americana ou com cartão), muito rápido, sem filas portuguesas e algo muito importante: não precisa reservar (tive de ir duas vezes, pois não sabia disto) e assim basta ir no dia antes do seu voo e pedir ‘prioridade’. Não paga mais por isso e recebe o teste em cerca de 12 horas (esperemos que seja sempre negativo).

4. Seja onde for o local da testagem, tem de munir-se do passaporte. Sempre.

5. Se o PCR for positivo, prepare-se para alongar a estadia e despesas com que não contava, portanto proteja-se a toda a hora com máscara sobretudo nos templos, pois são milhares de pessoas por dia. Quando verifiquei isso nas tours, percebi que ali era terra segura pois todo o planeta decidiu que a COVID-19 quando não mata, ‘engorda’. Eram filas enormes e distância de segurança muito pequenina. De resto, medem a temperatura a torto e direito. Temos de lavar os pés em todo o lado. Caso não lavemos, pulverizam-nos como se fossemos plantas sujeitas a sulfato. Pronto, é o Novo Mundo.

6. O wifi deve adquirir no seu local de hospedagem (eu fiquei no Oasis Palm Beach Resort) e fica muito económico (mais do que comprar um cartão fora do hotel ou Resort) e tem de ter um acesso de internet para cada dispositivo (telemóvel, computadores).

7. Sobre questionários sanitários, reveja o meu artigo anterior pois tem de preencher 3! E com 12 a 24 horas de antecedência.

Ah, e claro que não deve trazer pássaros exóticos ou coisas do género, mas esta última nem é dica. É para aligeirar a preparação da viagem e vale tanto a pena os esforços a que a fase pandémica obriga.

Até ao próximo artigo, templos e Caribe adentro.

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