E porque a Páscoa é tempo de renascer, sugerimos oito lugares que deram nova vida a edifícios e aldeias em Portugal.

Hotel Casas Novas, Chaves

Emigrado há 21 anos nos Estados Unidos, Fernando Moura apaixonou-se por um antigo solar de estilo barroco do século XVIII, situado no coração de Trás-os-Montes, na pequena aldeia de Casas Novas, no concelho de Chaves. O solar tinha pertencido ao segundo conde de Penamacor e encontrava-se em estado de degradação avançado. Fernando mudou o destino daquele lugar — e o seu — ao trocar a vida na América do Norte pela vida numa pequena aldeia. Hoje vive neste solar que acabou por se tornar em algo maior, no Casas Novas Countryside Hotel Spa & Events.

Convento do Seixo, Fundão

Este é um hotel que revitalizou as ruínas de um antigo convento do século XVI. Não só manteve os traços seculares do edifício como deu ao distrito de Castelo Branco o seu primeiro hotel de cinco estrelas.

Aldeia da Cerdeira, Lousã

Há cerca de 30 anos, Kerstin Thomas, uma jovem escultora alemã a estudar em Coimbra apaixonou-se por Cerdeira e decidiu criar na aldeia um atelier. A Cerdeira encontrava-se abandonada e sem habitantes. Em conjunto com o marido, Bernard Langer, Kerstin começou a recuperar algumas casas. Em 2000, dois amigos de Coimbra, Natália e José Serra, juntaram-se ao casal. Aos poucos, a aldeia começou a renascer e a ganhar nova vida com o projeto Cerdeira – Home for Creativity.
Aldeia da Cerdeira, Lousã
créditos: Ana Oliveira

Aldeia de Moledo, Lourinhã

É a aldeia de Pedro e Inês e ganhou nova vida através da arte. O Moledo Acontece mostra como a arte e a cultura podem revitalizar uma comunidade.

Palácio de Seteais, Sintra

Originalmente construído em 1787, o Palácio de Seteais é um elegante palácio neoclássico cheio de História e estórias. Durante o século XIX chegou a ser residência do ilustre Marquês de Marialva, que mandou erguer o famoso arco triunfal que hoje fica entre as duas alas do palácio para comemorar a visita do Príncipe Regente D. João VI e da Princesa Carlota Joaquina em 1802. Depois de dias de glória, o palácio passou por um período de abandono até que, em 1946, foi adquirido pelo Estado Português, que o salvou da degradação e do abandono em que é descrito na obra de Eça de Queiroz, "Os Maias". É em 1954, que a propriedade, preservando as suas características originais, transforma-se num hotel de luxo.

1908 Lisboa Hotel, Lisboa

Adães Bermudes projetou o edifício e, com ele, ganhou o Prémio Valmor, em 1908, distinção atribuída a projetos de arquitetura na cidade de Lisboa. Do luxo de outrora ao abandono e esquecimento durante anos a fio, a estrutura pedia uma remodelação e nova identidade, já que se encontra numa das artérias mais movimentadas e cosmopolitas da cidade: Largo do Intendente e Avenida Almirante Reis. É assim que, em 2017, nasceu o 1908 Lisboa Hotel.

Pousada de Lisboa, Lisboa

No conjunto de edifícios da Baixa Pombalina junto ao arco da rua Augusta está o espaço onde, em tempos, funcionava o Ministério da Administração Interna e onde Salazar tinha o seu escritório, além de ter sido também uma esquadra de polícia. Hoje, o mesmo edifício acolhe a Pousada de Lisboa, Pestana Monument Hotel, que se destaca como um dos melhores pontos de partida para visitar Lisboa.

Quinta Camarena, Cercal do Alentejo

Nasce do amor entre uma portuense e um californiano que decidiram largar a vida agitada em Nova Iorque, Estados Unidos, pelo Cercal do Alentejo onde encontraram o lugar perfeito para darem vida ao projeto hoteleiro com que sonhavam: sustentável e em comunhão com a comunidade.

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