Lazarim é um exemplo de autenticidade e de tradição. É verdade que para lá chegar não foi nada fácil, além de o tempo não estar excelente, as filas de carros dos curiosos atingiam mesmo alguns quilómetros.
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créditos: Pedro Sá| Indo eu Indo eu
Depois de alguns longos minutos de caminhada, lá começamos a ouvir os bombos e gargalhadas vindas do centro de Lazarim. Estava a acontecer a leitura dos testamentos da Comadre e do Compadre (momento onde se descobriram todas as verdades guardadas ao longo daquele ano). Ainda conseguimos ouvir uma grande parte e comprovamos que esta leitura é maldizente, picante e extremamente divertida.
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Junto aos "caretos" havia dezenas de fotógrafos que procuravam o melhor registo da tarde. E as máscaras feitas de madeira de Amieiro são para todos os gostos, diabos, feiticeiras, figuras mutantes, cornos bastante afiados a acompanhar de roupas feitas com trapos ou mesmo palha, trazem vida às ruas daquele lugar.
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No final da leitura dos testamentos, decorreu um desfile com todos os caretos num género de raid fotográfico. Pelo caminho vimos vários artesãos, doces típicos, feijoada e caldo de farinha, enchidos e grandes caldeirões de ferro na fogueira. Foi também nesta altura que houve a oportunidade para conhecer um pouco da aldeia e pareceu-nos bastante interessante para visitar num dia um pouco mais sossegado.
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Além das máscaras serem bastante interessantes e de nos cativarem grande parte da atenção, achamos importante referir também a simpatia daqueles que dão vida a estes disfarces. Sempre dispostos para interagir e posar para a fotografia nos cantinhos mais originais e inesperados.
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No final do desfile todos se alinham de frente para o público numa pequena calçada onde alguns habitantes espreitam das janelas. Ao centro, já se encontra a Comadre e o Compadre prontos para a tão aguardada queima. Nos olhos das gentes de Lazarim está presente o orgulho e a felicidade de verem mais um ano de tradição cumprida.
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Esperamos voltar com mais tempo disponível para conhecer alguns locais como o Centro Interpretativo da Máscara Ibérica, as capelas, as casas típicas e a aldeia de Antas de Mazes.

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Artigo originalmente publicado no blogue Indo eu Indo eu

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