A chefe de Governo explicou que o corredor, no qual será possível viajar sem a necessidade de uma quarentena, é uma consequência dos bons resultados dos dois países na luta contra a COVID-19.

"Esperamos que possa ser implementado até o fim do ano", declarou, antes defender uma ação com cautela.

A Nova Zelândia tem apenas 22 mortes provocadas pelo novo coronavírus e há mais de 100 dias não registra nenhum caso de transmissão local da doença. As Ilhas Cook declararam-se livres do vírus em meados de abril.

O pequeno arquipélago será sem dúvidas o grande beneficiário da "bolha". Ardern afirmou que 60% das pessoas que viajavam às Ilhas Cook antes da pandemia eram neozelandesas.

Mas a primeira-ministra mantém a prudência, pois há alguns meses a Nova Zelândia considerava a ideia de uma "bolha" em parceria com a Austrália, um projeto que foi adiado por tempo indeterminado após a segunda onda da epidemia no país vizinho.

Atualmente, todas as pessoas que chegam à Nova Zelândia precisam cumprir uma quarentena de 14 dias.

Os neozelandeses levam uma vida praticamente normal, sem qualquer regras de distanciamento social e com a presença de público nos eventos desportivos.

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