Conhecida como "cidade neve", tem no turismo uma importante fonte de receitas e postos de trabalho, destacando-se dos restantes municípios da região.

A antiga Judiaria, com ruas estreitas e janelas manuelinas, a Capela de São Martinho, a Capela de Santa Cruz ou o Museu dos Lanifícios são alguns dos monumentos que se destacam no centro histórico. A arte urbana também marca presença nas ruas do centro da Covilhã.

O Queijo da Serra da Estrela, feito a partir de leite de ovelha, é o mais antigo queijo português. Em 1996 a União Europeia atribuiu-lhe uma Denominação de Origem Protegida (DOP), e em 2011 foi considerado uma das Sete Maravilhas da Gastronomia portuguesa.

Um município que, em 2015, vendeu bens e serviços para o estrangeiro no valor de 163,7 milhões de euros, dos quais 88,6 milhões correspondem a têxteis e lanifícios, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Um dado que demonstra como a indústria têxtil é um dos setores económicos mais dinâmicos para este concelho.

De acordo com a mesma estatística do INE, destaca-se também a área dos bens alimentares e do minério, não fosse este o município onde está centralizada a exploração de volfrâmio das Minas da Panasqueira.

A Universidade da Beira Interior (UBI) e o Centro Hospitalar da Cova da Beira desempenham um papel fulcral, patente não só na importância dos serviços prestados, mas também no facto de serem duas das principais entidades empregadoras e de contribuírem para a fixação de pessoas neste concelho.

A 20 de outubro celebra-se o Dia da Elevação a Cidade, sendo este feriado municipal.

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