Foto: Voltamax@Pixabay

Este território insular chileno depende economicamente das receitas do turismo, ao atrair viajantes de de diferentes lugares do mundo que querem descobrir a sua beleza singular e dos icónicos moais, as gigantescas estátuas de pedra esculpidas em forma humana espalhadas pela ilha.

Os voos de Santiago para a ilha, operados pela companhia aérea Latam - a única rota comercial existente -, serão retomados em fevereiro. Os mesmos estavam suspensos desde o dia 16 março de 2020.

Para entrar na ilha, os visitantes terão que apresentar um certificado de vacinação e um teste PCR feito até 48 horas antes do embarque.

O Chile soma mais de 1,7 milhão de casos e 38.000 mortes por causa da COVID-19, mas conta atualmente com 90,69% da população maior de 6 anos vacinada com pelo menos duas doses das vacinas contra o vírus.

A ilha, por sua vez, registou apenas oito casos de COVID-19 e não tem nenhum doente desde setembro de 2020. Tão pouco houve hospitalizados ou falecidos durante a pandemia, segundo as autoridades locais.

Apesar disso, o povo originário rapanui realizou uma consulta, a 25 de outubro, para saber se a população queria a reabertura da ilha ao turismo, na qual 67% votaram contra. O resultado, no entanto, não era vinculativo.

A Ilha de Páscoa conta com 73,1% dos seus 10.000 habitantes vacinados contra o coronavírus. O centro médico de Hanga Roa não dispõe de unidades de terapia intensiva, mas conta com ventiladores. Um voo de emergência até ao continente leva cerca de cinco horas e meia.

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