Esta foi a alternativa que a Fábrica Braço de Prata encontrou para “voltar à ação”, terminado o estado de emergência, mas “não a suspensão de hábitos” que animavam aquele espaço, anunciou hoje em comunicado a associação cultural.

“Ainda não se sabe quando voltaremos a abrir as portas aos concertos, quer por ainda não haver indicações objetivas, quer pelo receio que todos sentimos de novos contágios”, afirma a Fábrica Braço de Prata, explicando que a alternativa encontrada para continuar a desenvolver a sua atividade foi o espaço exterior.

Assim, a partir do dia 13 de maio, os concertos que a Fábrica Braço de Prata tem vindo a apresentar ‘online’ passam a ser projetados simultaneamente nos muros do exterior, em versão cinema ao ar livre, “com comida e tudo”.

“Na segurança (e intimidade) dos nossos carros podemos, finalmente, sair de casa para um programa de fim de noite com amigos, ou para um jantar e concerto românticos, sem pôr em risco nenhum esforço de distanciamento social. E com aquele aroma de nostalgia que tanto adoramos”, lê-se no comunicado daquela organização.

Para assistir a um concerto em ‘drive-in’ é necessário fazer reserva antecipada, devido ao número de lugares ser limitado, e fazer um consumo mínimo, em ‘take away’, de cinco euros por pessoa, acrescenta.

Portugal entrou domingo em situação de calamidade, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de março.

Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

Portugal contabiliza 1.105 mortos associados à covid-19 em 26.715 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

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