Esta situação é o resultado da imposição de fortes restrições de viagem, postas em prática em todo o mundo, para combater a propagação do coronavírus. Os aeroportos da rede com sede na Europa e na Ásia, onde as medidas restritivas foram as mais severas, relataram quedas mais acentuadas no tráfego (cerca de 72%) do que nos aeroportos das Américas (cerca de 61%).

O tráfego de passageiros registou um rápido aumento em países como a República Dominicana, que levantaram restrições, refletindo uma ainda forte procura de mobilidade. Os aeroportos de Salvador (Brasil), Sanford Orlando (EUA), Itami e Kobe (Japão) também beneficiaram de alguma recuperação em viagens domésticas com início no verão de 2020. Na Europa, o aumento gradual do tráfego foi encurtado pelas novas restrições postas em prática no outono.

Confrontados com esta crise sem precedentes, os aeroportos da rede VINCI Airports responderam proactivamente, colocando rapidamente as medidas sanitárias e de higiene necessárias em vigor, em estreita colaboração com as autoridades locais. Projetos inovadores foram lançados em 2020, como é o caso do MONA em Lyon, que oferece uma viagem totalmente contactless no aeroporto através da utilização da biometria. A qualidade do serviço no aeroporto de Lisboa foi reconhecida pela ACI Best Airport Award, uma estreia para um aeroporto português.

O tráfego de passageiros na rede VINCI Airports em Portugal diminuiu 69,6% em 2020, em relação ao ano anterior. Depois de um pico durante o verão, houve uma penalização no quarto trimestre causada pelas novas restrições impostas em França, Reino Unido e Alemanha, em particular.

Fonte: VINCI Airports

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