Domingo é dia de São Lázaro e é obrigatório ir a Vila Real provar o vinho do Porto com cavacórios. É um doce tradicional que é a tradição ser oferecido ao santo na romaria.
A fogaça de Alcochete tem um sabor dominante a canela e limão. Surge com uma cor amarela, depois de pintada com ovo, o interior tem uma textura macia e são feitas em vários tamanhos.
Segundo a tradição, terminado o jejum de carne na Quaresma, celebra-se depois o regresso aos pratos festivos da Páscoa. Regressa a carne e um dos pratos obrigatórios na região de Oleiros é o cabrito estonado, uma receita única.
É cada vez maior a opção de sabores das amêndoas da Páscoa. Há para todos os gostos e a tradição alarga-se a novos sabores e formatos. O difícil é escolher.
O Vale de Poios é uma enorme garganta marcada por encostas íngremes, rochosas, de calcário e com poucos sinais de intervenção humana. Abriga a Estação de Biodiversidade de Vale de Poios e é local para caminhadas e escaladas. Fica próximo de um magnífico miradouro e do “monstro das bolachas”.
O Trilho Panorâmico do Tejo foi inaugurado no final de fevereiro e é um percurso que oferece vistas magníficas quase sempre ao lado do rio. Uma das mais espectaculares é junto ao castelo de Almourol.
Dizem que é o primeiro restaurante do mundo a vender leitão assado à Bairrada. O Pedro dos Leitões é também uma história notável de como um jovem que, depois de ter emigrado no Brasil, regressa com um projecto que afirmou um prato gastronómico que se transformou numa marca nacional.
Na ementa de hoje pode escolher entre enguias fritas, escaladas, ensopado ou caldeirada de enguias. São os pratos confecionados de acordo com a tradição na freguesia de Benfica do Ribatejo, no concelho de Almeirim.
Esta é a época mais procurada para as enguias fritas ou em ensopado. São pratos tradicionais em vários concelhos ribeirinhos do Tejo e por esta altura organizam eventos gastronómicos com as enguias como prato principal.
Esta é a altura do ano adequada para se comer lampreia. Os apreciadores assumem que é um ritual “obrigatório”, muitas vezes partilhado em grupo. Este ano escasseia a lampreia e a pesca, por exemplo no rio Tejo, não tem tido grande sucesso.
“Avieiros” é uma obra notável de Alves Redol que retrata a comunidade de pescadores que sazonalmente deixava Vieira de Leiria para pescar no Tejo, a partir do final do século XIX. O legado cultural e patrimonial continua vivo em algumas aldeias que podemos visitar num passeio de barco no Tejo onde s
Caneiras fica a sul de Santarém, à beira rio. Do Tejo já recebeu abraços diluvianos. Uma das cheias obrigou à reconstrução do casario, há cerca de 80 anos, no atual núcleo urbano. No entanto, guarda ainda a memória de aldeia avieira. Entre as cerca de de meia centena de casas algumas ainda são palaf
A aldeia avieira de Lezirão é das mais recentes. Terá pouco mais de 70 anos. Os pescadores de Vieira de Leiria que sazonalmente vinham à pesca no Tejo começaram a fixar-se aqui na década de 50. Na altura chamava-se Porto da Palha porque havia um cais onde se descarregava palha que era transportada p
Almaceda é o nome da ribeira e da aldeia que dá vida e resiste à desertificação de uma freguesia do concelho de Castelo Branco situada numa zona de montanha, entre a Gardunha e o Muradal, no concelho de Oleiros.
Santo António da Neve fica num dos pontos mais altos da Serra da Lousã, no concelho de Castanheira de Pera. A transformação da neve em gelo deixou um património interessante a que se junta a beleza natural de um lugar quase isolado.
A visita a Monsaraz tem de ser programada. Deve coincidir com o pôr do sol. É uma paisagem sublime, “há quem o compare com o pôr do sol nos oceanos. É bonito, é único”.
O Cabo Espichel é fascinante. É um dos lugares mais procurados no Parque da Serra da Arrábida. O seu encanto combina a paisagem, o mistério, a monumentalidade e, ao final do dia, o pôr do sol.
A rampa de madeira para voo livre conquistou rapidamente o estatuto de um dos lugares mais procurados da Serra da Arrábida. É permanente o vai vem de jovens que vão tirar fotografias na rampa e que cria a ilusão de que vamos cair no mar de uma altura aterradora.
É um pilar de emoções. Mesmo antes de chegarmos ao tabuleiro da Ponte 25 de Abril, no interior de uma plataforma suspensa de vidro. Todo o percurso nos remete para sensações que, em muitos casos, correspondem às previstas pelo arquiteto António Borges quando concebeu o projeto de arquitetura.
O Telheiro da Encosta do Castelo, em Montemor-o-Novo, permite-nos descobrir e experimentar como fazer tijolos de forma artesanal. As crianças adoram a experiência e o resto da família descobre segredos da olaria e da cerâmica.
Hoje é dia de São Brás e, em Vila Real, os homens oferecem a bengala, ou gancha, às mulheres. A 13 de dezembro, no dia de Santa Luzia, receberam das mulheres o pito, hoje retribuem com a gancha. Através da doçaria entramos no universo namoradeiro.
O santuário da Peninha está muito associado a lendas, eremitas e santos e, de facto, quando subimos a um dos cumes mais elevados da serra de Sintra, encontramos um cenário de total isolamento e contemplativo.
Nuno Teotónio Pereira faria ontem, 30 de janeiro, 100 anos. Nasceu em 1922 e faleceu a 20 de janeiro de 2016. Foi um dos notáveis arquitetos portugueses. Marcou a renovação e modernidade da arquitetura em Portugal em meados do século passado.