Cerca de 7.000 delegados adeptos da rede Slow Food, provenientes de 150 países, participam da 12ª edição do encontro, que é realizado a cada dois anos e que terminará na segunda-feira.

Sob o lema "Food for change" (alimentos para a mudança), representantes de um grande número de países defenderão a importância de proteger e manter a própria gastronomia como uma forma de promover uma mudança por uma economia mais justa e equitativa.

"A forma como comemos, produzimos e distribuímos os alimentos todos os dias tem um grande impacto no mundo em que vivemos", explica Carlo Petrini, fundador do movimento Slow Food, num editorial publicado pelo jornal La Stampa.

"Ser um protagonista da mudança e do futuro significa, sobretudo, adquirir esse conhecimento", afirma Petrini, que desde 1986 luta para proteger o próprio património gastronômico e travar a perda de biodiversidade, duas grandes causas da organização.

Participam também 250 produtores de alimentos tradicionais que correm o risco de desaparecer e que estão protegidos pelo selo Slow Food.

Mais de um milhão de ativistas, chefs, especialistas, agricultores, pescadores e académicos de mais de 160 países são adeptos do movimento.

Fonte: AFP

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