As primeiras pizas que surgiram em Nápoles, no século XVI, consistiam em pães e tinham o objetivo de alimentar as multidões de uma forma rápida e barata, segundo o historiador Antonio Mattozzi. A tradição desenvolveu-se e as primeiras pizzarias apareceram no final do século XVIII. Mas foi necessário quase um século para que saíssem de Nápoles.

Além da espetacular forma de trabalhar a massa, que impressiona quem assiste, esta é uma habilidade culinária que associa canções, sorrisos e técnica, reconhecida, agora, como parte do Património Imaterial da Humanidade da Unesco.

Se quer inspirar-se nesta prática italiana para confecionar as suas pizzas ou se procura experimentar a verdadeira piza napolitana, saiba que existem algumas regras a seguir.

Segundo a famosa pizaria Brandi de Nápoles, a massa é feita de farinha, água, fermento e sal. Deve descansar 24 horas antes de ser esticada à mão. Espalha-se sobre a massa molho de tomate, queijo mozzarela de búfala e manjericão, antes de levá-la ao forno a lenha a 485 graus entre 60 e 90 segundos.

Os "pizzaiolos" alertam para o que não deve ser feito: esticar a massa com rolo, congelar o produto ou acrescentar ananás.

A arte da pizza napolitana
A massa da pizza deve ser esticada à mão créditos: AFP

De acordo com o principal sindicato agrícola italiano, cinco milhões de pizas são consumidas todos os dias em Itália, entre uma população de 60 milhões de pessoas.

Os americanos são os principais consumidores de piza no mundo, com 13 quilos por pessoa por ano. Os italianos - campeões europeus - comem 7,6 quilos, enquanto os espanhóis consomem 4,3 quilos, já os franceses e alemães ficam-se pelos 4,2 quilos.

Fonte: AFP

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