Já algum dia pensou em tornar-se um agente de viagens? Se sim, foque estas palavras da guia Susana Pratt: “Ouvindo as experiências dos outros é que tu vais crescendo e consegues construir um plano” e “indo aos sítios”. Esta é a fórmula de estudo para ser uma boa agente de viagens. E se quiser ser viajante, siga os mesmos conselhos e adicione a agente que planeia tudo ao pormenor. Outra coisa a ter em conta: repetir as viagens aos locais que se ‘vendem’. Ela não vende viagens, mas sonhos. E ensina-nos a entrar em aventuras às quais até podemos atirar um “não” imediato. Esse é o meu caso para os destinos da neve, mas com ela aprendi uma série de dicas e recomendou-me Andorra enquanto iniciante.

Férias de sonho
Seychelles créditos: Unsplash

Não só por a Susana Pratt ser agente de viagens da neve, aproveitei também as suas dicas sobre outras viagens nas entrevistas no meu Instagram (@sandra___figueiredo) e no meu novíssimo canal de Youtube para sabermos como planear viajar na pandemia (na minha opinião nem se pode abordar “pós-pandemia” nesta fase). Um dos conselhos fulcrais: visitar este site que é atualizado de quinze em quinze dias com informações sobre se há ou não necessidade de quarentena, sobre vacinas, sobre exigência (ou não) de teste negativo à COVID-19 e, ainda, sobre os boletins novos de viagens de acordo com os destinos e o estado da COVID-19 nos diferentes pontos do mundo. Sendo a preocupação principal a vacina, realmente o primeiro conselho é visitar esse site e ter agentes bem de perto. Uma viagem agora é um investimento mais sério e vacinas exigidas, sobretudo se pretendemos um passeio de longo curso.

Nesse site vai encontrar destinos como México e Tanzânia a verde, ou seja, não precisa de teste, nem de vacina para entrar e pode circular livremente e sem quarentena. Depois encontra uma lista de destinos a amarelo como a Turquia que exigem o teste negativo COVID-19. E continue a pesquisar ou vá com um clique direto ao destino e saiba tudo antes da compra.

30 dias para tratar de viagens seguras: há destinos que não precisam sequer do teste COVID-19 e são ‘livre trânsito’. Saiba onde
Jamaica créditos: Unsplash

Coloquei então uma questão pessoal: “Amanhã vamos começar a planear a minha viagem para Seychelles, o que me dizias?”. A vacina e mesmo o teste ao vírus ficam agendados “a trinta dias antes da viagem” para evitar desgostos e dificuldades com reembolso. Portanto esses trinta dias são o tempo necessário para concluir (a compra) ou desistir do plano considerando segurança, sempre em primeiro. Depois perguntei “se tivesses de recomendar” Jamaica, México, Seychelles, Maurícias, Tanzânia? Ela sugeriu Jamaica já. Neste “já Jamaica” então fiquei animada e vai ser a Susana Pratt que me vai orientar. Mas ainda pedi mais um conselho para a Tanzânia pois está na minha lista de ‘destinos de sol’: a Susana refere que é “um destino caro (…) porque tens de fazer escalas (…) de várias horas” e as viagens desejadas e longas como Tanzânia continuam avultadas nesta fase. Mas como eu costumo dizer :“não se pode perder paraísos” e para tal vamos fazer os devidos cliques e planear tudo em 30 dias.

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