A “ilha” Louis Vuitton, na Marina Bay Sands, é um lugar exclusivo em Singapura. É mais do que uma loja, é um mundo comercial construído à volta do vidro e do aço projetado pelo arquiteto israelita Moshe Safdie no âmbito do trabalho mais vasto para todo o resort onde está integrado e que fica sobre a água, com janelas amplas e vista para a baía. Além do salão privativo desenhado pelo arquiteto Peter Marino responsável pelo projeto de outras 12 maisons da Louis Vuitton espalhadas pelo mundo, com referência a um imaginário náutico, a loja oferece um lounge, semelhante ao convés de um iate, com janelas no seu interior, decorado com tábuas de madeira e mastros a alcançar o tecto. Este é o ambiente perfeito para os visitantes se transformarem em exploradores. Os grandes homenageados com esta magnífica obra são os viajantes e o espaço livre do mar.

Na island maison encontrará um espaço com os produtos da marca, em combinação com uma exposição de obras contemporâneas e, para quem não vai propriamente comprar, só acompanhar, existe uma bookstore com livros de viagens, design, arte e cultura, ou um deck com uma bela vista para relaxar. Mas não é só a arquitetura e decoração que são um sucesso: a maison reúne os itens mais caros da marca, como joias, relógios, e bolsas de couro em edição limitada.

Este é um destino de luxo no Sudoeste Asiático, numa cidade desde sempre ligada ao comércio e que sempre foi também um porto onde se cruzam inúmeras influências. O Marina Bay Sands é o hotel mais caro de Singapura, com quartos confortáveis, um spa relaxante, espetáculos inesquecíveis, restaurantes gourmets, bares animados, lojas das melhores marcas e do casino luxuoso, mas a ilha Louis Vuitton marca a diferença no meio de tanta exuberância.

Singapura é famosa pelo dinamismo económico, um farol iluminado no Sudeste Asiático. E esta será sempre a única ilha de luxo da região. É aqui que a Louis Vuitton marca a diferença. Os visitantes e compradores podem entrar na maison de três maneiras: através de uma ponte, por barco, ou por um túnel subaquático que liga o shopping ao centro da sala principal. E é do lado esquerdo do túnel que estarão patentes as exposições, numa espécie de espaço cultural; do lado direito, entra-se na loja onde estão expostos os mais conhecidos produtos da marca Louis Vuitton.

No primeiro andar da “ilha” vendem-se couros para homens e mulheres como roupas, acessórios e sapatos. O segundo andar é especialmente interessante para os fãs de produtos e acessórios de viagem. Este interessante edifício também tem um espaço para eventos privados e uma varanda para descansar com vista para os iates já que este é um dos meios de transporte que poderá levar os visitantes até ali. Segundo o presidente da LV, o “conceito da ilha Louis Vuitton oferece um novo destino para viajantes sofisticados e cosmopolitas”.

A cidade das compras

Em Singapura as palavras de ordem são compras e luxo.

Singapura tem uma série de atrativos que traduzem luxo, ostentação e requinte. Tem várias lojas Gucci, Burberry, Prada além de Louis Vuitton. Só na Orchard Road, a avenida-ícone da prosperidade de Singapura, há mais de uma dezena centros comerciais. É a cidade das compras. E a verdade é que concentra a maior densidade de milionários do mundo, segundo a Boston Consulting Group. Aqui não faltam também hotéis de luxo, resorts com praias artificiais, spas, os melhores restaurantes. Segundo um artigo da ‘Veja’, Singapura é também hoje uma das cidades mais limpas, organizadas e seguras do mundo. Aqui, a taxa de desemprego ronda os 3%. Porém, aqui há regras restritas: é proibido deitar lixo ou cuspir no chão, mastigar pastilhas elásticas, fumar na rua, por exemplo.

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