As palavras-chave para o novo e significativamente mais espaçoso restaurante do hotel boutique Kong Arthur são: sabores para os sentidos, menos desperdício de comida, sustentabilidade, design dinamarquês e um sabor acolhedor de Copenhaga para dar aos hóspedes do hotel um ótimo início de dia.

No Hotel Kong Arthur pretende-se não só que viva como um dinamarquês, mas também que coma como um. E isso significa ingredientes nórdicos frescos - tudo do melhor para despertar os sentidos e as papilas gustativas - bem como uma seleção ampla e pouco convencional.

Ao mesmo tempo, o novo restaurante também estará focado em virtudes tão modernas como a redução do desperdício de alimentos, sem dar aos hóspedes a sensação de que estão a perder algo - muito pelo contrário.

Além disso, os hóspedes na nova sala de pequenos-almoços do Hotel Kong Arthur terão mobiliário local e decoração para admirar. As paredes foram decoradas com obras de arte de artistas vivos locais, todos com ligação ao hotel.

Alguns dos antigos quartos do hotel foram anexados para tornar a sala de refeições ainda mais espaçosa. Agora estende-se por todo o andar térreo, com a possibilidade de se sentar ao ar livre num jardim típico de Copenhaga.

Comer com os sentidos, evitando o desperdício

No entanto, as considerações por detrás do novo restaurante para pequenos-almoços englobam mais do que apenas design, arte e especialidades locais. É um problema bem conhecido que os buffets de pequeno-almoço dos hotéis geram uma enorme quantidade de desperdício de alimentos, porque há sempre “mais olhos que barriga”. Por isso, a Arthur Hotels procura reduzir o desperdício de alimentos através do chamado "nudging" (fazer algo devagar para alcançar um nível superior). 

Para cumprir este objetivo da melhor forma possível, sem que os hóspedes fiquem com uma sensação de vazio, a Arthur Hotels aliou-se à fundação Copenhagen House of Food e ao consultor de alimentos Rasmus Bredahl, que trabalha com neurogastronomia, o que em resumo significa saborear com os sentidos - e não apenas com a língua.

Juntamente com estes parceiros, o hotel criou a primeira sala de pequenos-almoços neurogastronómica do mundo em que os talheres, perfumes, impressões visuais, sons, iluminação e memórias são todos projetados para garantir uma melhor experiência gastronómica aos clientes, que ao mesmo tempo serão incentivados a comer menos e mais devagar, porque a comida que lhes é apresentada é da melhor qualidade.

Hotel boutique Kong Arthur
créditos: Hotel boutique Kong Arthur

“A ideia de aplicar este conceito surge porque estava cansado de ver sempre a mesma oferta nos pequenos-almoço buffet em qualquer parte do mundo: queijo Brie francês, gouda holandês, bacon, torrada de pão branco e sumo de laranja. Em vez disso, queremos que os hóspedes acordem com os melhores alimentos que a Dinamarca tem para oferecer. Desta forma, podemos prestar homenagem às estações do ano e à diversidade que representam e proporcionar aos hóspedes uma experiência gastronómica muito melhor. E embora comam menos, aproveitam mais e deixam o restaurante com uma boa sensação”, explica Rasmus Bredahl, que trabalha há anos com neurogastronomia, sustentabilidade e ecologia.

Além de oferecer uma experiência gastronómica fora do vulgar, o Hotel Kong Arthur quer fazer deste restaurante, localizado nos belos e quase labirínticos antigos pátios de Copenhaga, um pequeno oásis no meio da cidade, com uma atmosfera caseira.

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