1- NO AEROPORTO

A maioria dos aeroportos tem duas opções de comboio: um "expresso", mais caro, e outro que faz mais paragens e fica mais barato, mas é mais lento. Os bilhetes podem ser comprados em máquinas automáticas ou directamente a funcionários das companhias ferroviárias que, muitas vezes, estão em pontos estratégicos dos aeroportos e abordam os viajantes que chegam ao país para lhes vender bilhetes para o comboio expresso.

Londres Heathrow é o único aeroporto londrino com uma estação de metro.

2- COMPREM UM OYSTER VISITOR TRAVELCARD

Dá acesso ao metro (tube), autocarros, comboios e eléctricos.

Podem comprar um em qualquer estação de metro e em algumas estações de comboio ou on-line aqui e carregar com quantas viagens quiserem.

Enquanto o cartão tiver crédito, podem viajar a qualquer hora do dia, em qualquer dia da semana.

Quando já não precisarem do travelcard podem pedir o reembolso do valor do cartão e de qualquer crédito abaixo de 10 libras que tenha ficado por utilizar. Esse reembolso pode ser solicitado nas máquinas de venda automáticas que existem nas estações de metro. Mais informações aqui.

3 - NÃO PAGUEM POR MAIS ZONAS DO QUE PRECISAM

Quando comprarem um cartão Oyster, não gastem uma fortuna num cartão zona 1-6.

A menos que pretendam visitar algum lugar como o Hampton Court, é pouco provável que vocês saiam das zonas 1 e 2. A grande maioria das atracções turísticas e bairros como Notting Hill e Camden estão todos dentro das zonas 1 e 2.

4 - NO CENTRO DE LONDRES, PODE SER MAIS RÁPIDO ANDAR A PÉ

Algumas estações de metro estão muito mais próximas do que parece. Isso inclui algumas paragens turísticas muito populares. Por exemplo, podemos chegar de Leicester Square a Covent Garden a pé em poucos minutos seguindo Long Acre, que é muito mais rápido do que apanhar o metro. A mesma coisa acontece para ir de Charing Cross até Embarkment. A TFL (Transport for London) agora tem um mapa que mostra o tempo médio de caminhada entre as estações. Consultem e imprimam aqui.

5 - RESPEITEM AS REGRAS

Tal como em Portugal, devem manter-se sempre à direita nas escadas rolantes para permitir às pessoas que estão com pressa passar pelo lado esquerdo. Esta é uma regra real, não apenas uma cortesia britânica, se não respeitarem vão ter muita gente zangada convosco. E claro, como manda a educação e o bom senso, quando o metro chegar fiquem do lado da porta e não na frente bloqueando a saída das pessoas.

É proibido beber álcool no metro e nos autocarros. Novas regras, em vigor há alguns anos, impõem multas altas a quem transportar garrafas com bebidas alcoólicas abertas nestes transportes públicos. Esta regra nos comboios é ligeiramente diferente e varia conforme o operador.

6 - ALGUMAS ROTAS DE AUTOCARRO PODEM PROPORCIONAR EXCURSÕES BARATAS

Se tiverem pouco tempo na cidade e não quiserem gastar dinheiro num autocarro turístico tipo hop-on/hop-off, subam para o piso superior de um autocarro vermelho comum de Londres e apreciem as vistas por apenas 1,5 libra.

Há muitas opções, mas eu recomendo duas: o autocarro nr. 10 de Hammersmith que passa por Kensington, Knightsbridge, Hyde Park Corner, Marble Arch e Oxford Street e o autocarro nr. 88 que vai de Camden para o centro de Londres, passando por Trafalgar Square, Picadilly Circus, Westminster e Tate Britain.

Autocarro em Londres
créditos: Pixabay

Outra coisa boa nos autocarros londrinos é que podemos mudar de autocarro as vezes que quisermos, no espaço de uma hora, que só somos cobrados uma vez. Ultrapassada a hora, é cobrado novo bilhete.

Os autocarros em Londres não aceitam pagamento em dinheiro por isso é preciso ter mesmo um cartão de viagem que deve ser passado na máquina de controlo quando entramos no transporte.

7 - SE PUDEREM, EVITEM SEMPRE A HORA DE PONTA

Das 08h00 às 09h30 e das 17h00 às 19h00 as principais estações como Oxford Circus, Leicester Square ou Piccadilly ficam horrivelmente movimentadas (nada que assuste quem tem de apanhar o metro na estação de Entrecampos em Lisboa todos os dias em hora de ponta, mas enfim, nas férias não queremos stresses, não é?).

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Artigo originalmente publicado no blogue The Travellight World

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