O Padrão dos Descobrimentos em Lisboa foi vandalizado no domingo passado com um ‘graffiti’ numa das laterais do monumento, com uma extensão de cerca de 20 metros e escrito em inglês. Na mensagem lê-se, em inglês, “Blindly sailing for monney [sic], humanity is drowning in a scarllet [sic] sea lia [sic]”, o que, numa tradução livre, pode ser lido em português como “Velejando cegamente por dinheiro, a humanidade afunda-se num mar escarlate”.

A limpeza do ‘graffiti’ teve um custo de 2.300 euros+IVA e foi assegurada pela EGEAC [Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural].

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Projetado pelo arquiteto Cottinelli Telmo, o Padrão dos Descobrimentos foi construído para a Exposição do Mundo Português, de 1940, mas foi refeito em betão armado e pedra rosal de Leiria, entre 1958 e 1960, tendo sido inaugurado em janeiro desse mesmo ano, no V Centenário da morte do Infante Dom Henrique.

Este ato de vandalismo a estátuas ou monumentos não foi um caso isolado em Portugal. Infelizmente, na última década, foram muitas as obras que serviram de manifesto político ou racial sem olhar (ou medir) as consequências culturais e históricas.

Na fotogaleria abaixo irá encontrar várias exemplos de situações em que o ativismo ou a manifestação deveriam ter tido outro palco.

*artigo com apoio de texto da Agência LUSA

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