A China reduziu drasticamente no fim de março as ligações aéreas com o resto do mundo para limitar a chegada de viajantes que poderiam provocar um novo foco da epidemia no território.

Desde então, o governo conseguiu conter a propagação do vírus com medidas de restrição, quarentena, controlo e acompanhamento de contágios, assim como a utilização de máscaras. Os números oficiais registam poucos novos casos diários atualmente.

Um avião da companhia sul-coreana de baixo custo T'way aterrou na passada quarta-feira no aeroporto internacional Tianhe de Wuhan, com 60 passageiros a bordo, indicou o canal público CCTV.

A emissora exibiu imagens de passageiros com máscaras, assim como de policias vestidos com fatos de proteção de corpo inteiro que estavam a controlar os passaportes.

Quase 3.900 pessoas morreram oficialmente de COVID-19 em Wuhan, ou seja, mais de 80% das 4.634 vítimas fatais registadas pela China no seu território.

A cidade foi cenário de uma quarentena rígida durante mais de dois meses a partir do dia 23 de janeiro. A população da cidade, de 11 milhões de habitantes, foi submetida a testes de contágio.

Os passageiros que chegam a Wuhan procedentes do exterior precisam de apresentar um teste negativo de COVID-19 com menos de 72 horas, informou Li Yizhuo, diretor da secretaria municipal de aviação civil.

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