"O Taj Mahal reabrirá no 21 de setembro", anunciou à AFP Amit Srivastava, secretário executivo do ministério do Turismo no estado de Uttar Pradesh (norte).

"Todos os protocolos relacionados à COVID-19 serão aplicados, como as máscaras ou o distanciamento físico", completou.

O número de visitantes será limitado a 5.000 por dia, contra a média habitual de quase 20.000 pessoas.

O Taj Mahal, mausoléu de mármore construído pelo imperador Shah Jahan em memória da sua esposa Mumtaz Mahal, que faleceu em 1631, fechou em meados de março devido à pandemia.

A Índia, o segundo país mais populoso do planeta com 1,3 bilhão de habitantes, superou o Brasil e agora ocupa o segundo lugar em número de casos (4,2 milhões), atrás apenas dos Estados Unidos.

Uttar Pradesh, onde fica a cidade de Agra - que tem o  Taj Mahal entre os seus monumentos -, é um dos estados indianos mais afetados, com mais de 270.000 casos registados.

A Índia, que desde agosto regista o recorde mundial diário de aumento do número de casos de COVID-19, esforça-se para regressar à normalidade. A economia do país foi muito afetada pela crise de saúde.

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