Segundo Susete Amaro, está inscrita nas propostas de Plano e Orçamento para 2022, “uma verba de 400 mil euros para o lançamento do projeto e para o início da obra de recuperação e requalificação da Trinity House”, correspondendo assim a uma antiga reivindicação da Associação de Antigos Alunos do Liceu da Horta.

Um núcleo museológico para revisitar a época dos cabos submarinos será um dos elementos centrais, num projeto que inclui igualmente gabinetes de conservação e restauro, de arqueologia e de investigação, e também uma carpintaria e um espaço de acolhimento para associações culturais da ilha do Faial.

A Secretária Regional aproveitou a visita para sublinhar que “apenas 24 mil euros foram investidos, nos últimos oito anos, nas estruturas culturais da ilha do Faial”, referiu, na ocasião, a secretária regional da Cultura, Ciência e Transição Digital”, recordando que o Faial “é a segunda ilha açoriana com menor investimento” nesta área.

Construída em 1902, para albergar as companhias internacionais de cabos submarinos que, nessa altura, se estabeleciam na ilha do Faial, oriundas de Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos, a “Trinity House” é um marco na arquitetura da cidade da Horta.

Susete Amaro garantiu que além da “Trinity House”, o Governo prevê também intervenções no Museu da Horta e na Casa Manuel de Arriaga, no sentido de “conferir dignidade” ao roteiro de turismo cultural da cidade e permitir um melhor aproveitamento do património histórico por parte dos habitantes locais.

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