Este novo espaço gastronómico dedicado ao mais famoso peixe de águas frias do mar, é um projeto de uma família portuguesa de origem norueguesa. Acaba de abrir portas no centro de Alcabideche, em Cascais, e tem como objetivo levar os apreciadores de bacalhau a experienciá-lo de forma personalizada, num ambiente descontraído, marcado por néons rosa choque.

A Oficina do Bacalhau tem para com o seu “protagonista” uma abordagem criativa e personalizada: desde a escolha até à cura, todo o processo é realizado no laboratório da Oficina do Bacalhau. Com o peixe a ser totalmente demolhado internamente é possível atingir e personalizar a salinidade do peixe ao gosto do cliente. “Aqui não é importante que o bacalhau seja da Noruega ou da Islândia, desde que a matéria-prima seja excecional”, explica Tomás Akslen, responsável pelo restaurante. Depois da escolha do bacalhau, este vai para a Oficina, onde o tempo de demolha e de cura é monitorizado pela equipa. Habitualmente, o tempo de cura vai desde os 12 aos 36 meses.

Em Portugal desde os 34 anos, o norueguês Toralf Akslen, com quarenta anos de experiência na indústria do bacalhau, lançou o desafio ao seu filho Tomás Akslen para abrir um projeto gastronómico dedicado ao Bacalhau. Empreendedor por natureza, Tomás aceitou de imediato o desafio, desenhando e materializando o projeto.

Os companheiros do “mais fiel” merecem também dedicação, privilegia-se a relação próxima com os produtores locais e quando não se encontra o melhor produto à “porta de casa” vai-se ao norte, por exemplo, buscar a carne Barrosã que também faz parte da ementa.

A carta de vinhos apresenta uma seleção com referências que fazem um retrato viníco de Portugal, apresentando vinhos do Tejo, da Península de Setúbal, da Bairrada, do Douro, do Dão, de Lisboa, do Alentejo e vinhos verdes. No Bar da Oficina são servidos Whiskys, gins, aguardentes e Medronhos.

Fachada Oficinia do Bacalhau

Um dos elementos mais característicos da Oficina é o rosa choque presente em vários elementos do espaço – a começar pelos dois logotipos em néon no interior e outro no exterior, passando pela sinalética luminosa das casas de banho, também em neóns,  em formato de boxers e soutien, até ao logotipo nos pratos – que foi a cor estrategicamente escolhida para relembrar que não devemos levar a vida demasiado a sério e que um produto tradicional e conservador pode ter outro sabor, se for consumido e experienciado de forma leve e irreverente.

Com capacidade para 60 pessoas, 2 pisos e uma esplanada, o restaurante está aberto de terça a domingo para almoços e jantares, com exceção de domingo que apenas serve almoços.

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