A verdade é que as reconstituições de duas farmácias são os pontos mais impressionantes do Museu da Farmácia, no Porto, mas todo o espaço é um local de surpresas, ao descobrirmos peças que contam a história do mundo, desde curas e mezinhas de civilizações antigas, medicinais naturais e tradicionais, até às descobertas e medicamentos de hoje em dia.

As peças são todas originais, com séculos de história. De África a Ásia, do Oriente ao Ocidente, vai ver objetos que fizeram – e alguns ainda fazem – parte das nossas sociedades.

Almofarizes, estatuetas, peças de sarcófagos, cerâmicas e farmácias portáteis do tempo dos Czares. São peças de diferentes civilizações e culturas como a Mesopotâmia, o Egito, a Grécia, Roma, os Incas, os Aztecas, Islão, o Tibete, a China, o Japão e a Farmácia Europeia.

Mas voltemos então aos dois espaços que o vão deixar de queixo caído. Um é a reconstituição da Farmácia Estácio, de 1924, que funcionou na rua Sá da Bandeira, no Porto. Está montada como se estivesse ainda hoje de portas abertas, com os altos armários envidraçados a conservarem os medicamentos.

Em frente está a impressionante Farmácia Islâmica do Império Otomano. Simples na quantidade de mobiliário mas de uma riqueza absoluta na decoração da sua fachada e no interior, com espelhos, dourados e pinturas que retratam um local idílico. Esta farmácia terá existido num palácio de Damasco, no século XIX.

Mas há muito mais para descobrir neste local... Para ficar a saber mais sobre o Museu da Farmácia (e também saber os seus contactos), leia no Viaje Comigo.

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