Geralmente os ditados populares não são literais e usam a linguagem figurada para passar uma ideia ou um conhecimento. Muitos são engraçados e fazem-nos rir, como é o caso daqueles que partilho aqui.

"Pare de engomar a minha cabeça", Arménia

Esta expressão arménia basicamente quer dizer  "pare de perder o meu tempo com os seus disparates".

É usado quando uma pessoa está constantemente a ir e a voltar — como um ferro a passar a roupa — tentando convencer outra de algo.

"Está a soprar meio pelicano", Dinamarca

O Pelicano Dalmatian, que vive na Dinamarca, é uma das maiores espécies conhecidas de pelicano. É uma ave muito grande e pesada e é preciso muita coisa para a derrubar por isso se alguém diz que está a soprar meio pelicano, é porque está muito, mas mesmo muito vento.

"A deslizar numa sanduíche de camarão", Suécia

Esta expressão popular sueca é utilizada para designar alguém que não teve de trabalhar para chegar onde está. Alguém que por nepotismo, cunha, "graxa ao chefe" ou simplesmente por estar no lugar certo à hora certa, conseguiu determinada posição.

Suecia
créditos: Ella Frances Sanders

"Ele sabe tanto como uma galinha sabe o alfabeto", Hungria

Esta expressão é fácil de compreender, designa alguém que não sabe nada, mas pensa que sabe tudo.

"Afastar alguém das suas melancias" , Roménia

Esta estranha expressão romena significa deixar alguém completamente louco.

"A sua gralha está pousada no alto", Países Baixos

Esta expressão dos Países Baixos é uma maneira engenhosa e engraçada de dizer que alguém tem as pernas muito compridas.

"Até os macacos caem das árvores" , Japão

Este ditado popular, um dos mais conhecidos da língua japonesa, é uma maneira de apontar que todos podem errar, mesmo os mais inteligentes, os mais qualificados e os que têm mais prática. Todos podem  cometer erros.

"Aquele que vai buscar a água é aquele que corre o maior risco de partir o pote", Gana

Este é um proverbio dos Ga, uma tribo do Gana que fala uma das dezasseis línguas oficiais do país. O provérbio é uma maneira indireta de sugerir a quem não tem nada de útil para dizer ou para contribuir, que pare de criticar quem está a tentar fazer as coisas, ainda que quem esteja a fazer possa cometer erros.

Ilustrações: Ella Frances Sanders

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Artigo originalmente publicado no blogue The Travellight World

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