Desde que as restrições implementadas devido à pandemia diminuíram, os países começaram a esforçar-se para atrair turistas, novamente. Para lugares que dependem muito do turismo, essa tarefa não poderia ser mais urgente.

Em Montenegro, com o seu pedaço de Mar Adriático, a indústria de viagens correspondia a quase um terço (30,8%) do PIB do país em 2019. Esse valor baixou em 2020, devido à pandemia, mas desde então já voltou a subir até aos 25,5%.

Em 2019, a dependência do turismo de Montenegro era seguida de perto pela da Croácia, onde o turismo correspondia a quase um quarto (24,8%) do seu PIB. Em 2021, esse número diminuiu para 16,1%.

No extremo oposto, em 2019, o setor de viagens representa apenas 4,2% do PIB da Irlanda. Segue-se a Polónia (4,8%) e a Rússia (5%). Os números de 2021 mostram que esses números estão ainda mais baixos: na Irlanda, o turismo representou apenas 1,2% da economia total e na Polónia menos de 3%. Na Rússia, o turismo representou 3,7% do PIB em 2021. Mas esses números devem baixar este ano, após a invasão da Ucrânia.

Antes da pandemia, o turismo representava mais de um quinto do PIB na Grécia, Islândia e Albânia, atualmente representa menos de um sexto, segundo a Euronews. O turismo é uma parte importante da economia da maioria dos países do sul da Europa, mas nem todos estão dependentes deste sector. Embora França, por exemplo, receba muitos turistas - cerca de 90 milhões por ano - a sua economia não é muito dependente dessa industria que representava apenas 8.4% do seu PIB, em 2019 e, em 2021, contribuiu com 6,5%. Para a Grécia, no entanto, é uma parte vital da sua economia, assim como para Portugal (17,1%) e Espanha (14%).

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