Agora sei que esta não foi de todo a melhor ideia pois no total demorei dois dias a chegar ao meu destino final desde que saí de casa. Nunca tinha sentido o tão falado jet lag desta forma.

Levar a bicicleta Ympek comigo não foi tarefa fácil, mais por causa da vigem de comboio que fiz em Portugal de Barcelos até ao aeroporto de Lisboa. No caminho tive três “ajudantes” distintos que foram preciosos no momento em que me deram uma mãozinha. Obrigada a eles por isso, realmente os portugueses são pessoas muito prestáveis.

No meu primeiro dia em Mandalay, onde estou hospedada no Ostello Bello, ainda tive tempo de pedalar umas belas horas. O hostel é muito bem localizado, perto das maiores atrações da cidade. Dediquei-me a pedalar por entre os birmaneses e as ruas de Mandalay, sendo a única turista a fazê-lo. Não me cruzei com mais nenhum turista de bicicleta.

Percorri as muralhas que isolam o palácio real da cidade que está rodeado por água. Uma paisagem única e mística. A luz da hora dourada a refletir nas suas paredes proporcionam uma visão deslumbrante. Visitei ainda a igreja de S. José que, infelizmente, não estava aberta.

Mandalay
créditos: While You Stay Home

A bicicleta Ympek está a fazer furor entre os birmaneses. Todo o staff do Ostello Bello, que é super acolhedor, quer dar uma voltinha e adora a bicicleta, tendo imensa curiosidade em ver como se dobra. Acham imensa piada à Ympek que não se farta de receber elogios e ser cobiçada.

No dia seguinte irei visitar Min Kun que fica do outro lado da margem do rio Irrawaddy que separa a cidade de Mandalay. Por isso terei de apanhar um ferry com a Ympek para depois explorar a zona com ela. Ainda não tinha visitado este sítio, portanto estou muito curiosa para ver, já que tem pagodas bem diferentes de todos os outros que já vi no Myanmar.

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