Sensação de pouca energia e exaustão, falta de motivação, desempenho e resultados reduzidos no trabalho são alguns dos sintomas do "burnout", uma doença que a Organização Mundial de Saúde reconheceu oficialmente em maio de 2019.

A pressão profissional crescente, carga horária pesada e baixas expectativas no trabalho, leva os funcionários a trabalharem até mais tarde, a socializarem menos e com horas reduzidas de sono.

Para avaliar o risco de "burnout" no mundo, a savvysleeper.org analisou um total de 69 cidades em 53 países (Portugal incluído) recorrendo a diversas fontes oficiais, como a Organização Internacional do Trabalho, o Global Employee Engagement Index e o Instituto de Métricas para a Saúde.

A nível mundial, as cidades asiáticas dominam o top 10 das cidades com maior risco de esgotamento no trabalho, com Tóquio, Japão, em primeiro lugar. O segundo lugar é ocupado por Mumbai, Índia, que revelou ser a cidade com mais horas de trabalho.

Seul, Coreia do Sul, ficou em terceiro lugar, em parte porque a cidade oferece férias limitadas com apenas 14,2 dias. Além disso, 52% da população dorme menos do que as 7 horas recomendadas.

No que diz respeito à Europa, estas são as 10 cidades com maior risco de "burnout" (há uma cidade portuguesa no top):

Portugal obteve uma classificação mais elevada no que diz respeito à insegurança dos funcionários em relação ao seu emprego, o que leva a permanecer no trabalho mais tempo do que o habitual para mostrar que trabalha muito e que é importante para o empregador. E também no risco de desenvolvimento de doenças mentais e abuso de substâncias aditivas.

Para consultar o estudo completo, visite a página da savvysleeper.

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