Em maio, cientistas, guardas florestais e um grupo de voluntários começaram a árdua tarefa de contar todos os animais selvagens do país como parte dos primeiros censos da vida selvagem.

De acordo com a Reuters, os líderes vão conduzir o programa até julho, tanto por terra quanto por via aérea, usando helicópteros.

Esta recolha de dados servirá como um ponto de partida para a compreensão de como o país pode proteger as suas mais de 1.000 espécies nativas, algumas das quais sofreram quedas populacionais significativas nos últimos anos.

Além disso, será possível perceber como distribuir melhor o financiamento para os esforços de conservação. É por isso que, segundo a Reuters, a equipa concentrará muitos dos seus esforços na contagem de espécies raras e ameaçadas de extinção, como o pangolim e o antílope negro, dos quais apenas 100 indivíduos permanecem na natureza.

A pandemia pode ter tornado mais difícil para os especialistas a contagem, uma vez que os animais mudaram os seus padrões de migração no ano passado, pois não havia ninguém por perto para os impedir.

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