A exposição evoca a "revolução dos cravos" de 1974 pelo lado dos mecanismos censórios que vigoraram em Portugal durante 48 anos (desde 1926) e que foram liquidados pelo Movimento das Forças Armadas.

"Entre junho de 1926 e abril de 1974, houve 48 anos de cortes", pode ler-se no início da exposição virtual, na qual são apresentados cerca de quarenta exemplos de como o lápis azul - um dos símbolos mais fortes do regime de António Oliveira Salazar e Marcelo Caetano - "foi transversal à rádio e televisão, aos livros, ao associativismo, ao cinema e teatro e à própria imprensa escrita".

Alguns dos cartazes icónicos surgidos logo após a queda do Estado Novo, bem como textos alusivos à libertação e à esperança trazidas pelos ‘capitães de Abril’, fazem parte da segunda parte da exposição.

Na terceira parte, são ainda apresentadas fotografias dos "Capitães de Abril" Vasco Lourenço, Otelo Saraiva de Carvalho e Pezarat Correia, em momentos evocativos do 25 de Abril.

A iniciativa é apoiada pela Associação 25 de Abril e pela Secretaria Geral da Presidência do Conselho de Ministros. A exposição pode ser visitada virtualmente até dia 30 de setembro.

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