O Grupo Vila Galé, assume um papel central nesta iniciativa, reforçando a sua aposta na integração do património equestre na oferta turística. A parceria inclui a realização de apresentações equestres regulares, o apoio à preservação das raças autóctones e a dinamização de atividades turísticas relacionadas com o cavalo lusitano.

O Hotel Vila Galé Collection Alter Real, instalado nas antigas instalações da Coudelaria, já se posiciona como um polo de atração para o turismo equestre e rural. Com esta parceria, pretende-se alargar a oferta de experiências para hóspedes e visitantes, tornando Alter do Chão num destino de referência para os amantes da cultura equestre.

Jorge Rebelo de Almeida, presidente do Conselho de Administração do Grupo Vila Galé, sublinhou: “O turismo equestre tem um enorme potencial, e Alter do Chão reúne todas as condições para se afirmar como um destino de referência. O nosso objetivo é proporcionar experiências diferenciadoras, valorizando o território e a sua cultura.”

“A colaboração entre o setor público e privado desempenha um papel fundamental na valorização do património e na qualificação dos serviços turísticos, elevando a qualidade e atratividade da experiência dos visitantes. O Alentejo e o Ribatejo são destinos de excelência, onde a tradição, a história e a inovação se unem para fortalecer a oferta turística", afirmou José Santos, Presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo e Ribatejo.

A Arte Equestre Portuguesa foi classificada em 2024 como Património Imaterial Cultural da Humanidade, na reunião do comité responsável da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). A classificação é o resultado de um processo iniciado em 2015 e desenvolvido em parceria pela Associação Portuguesa de Criadores do Puro-Sangue Lusitano, pela Parques de Sintra, que gere a Escola Portuguesa de Arte Equestre, e pelo município da Golegã. Em 2021, a Arte Equestre Portuguesa foi integrada no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.