Em comunicado, a estrutura que gere o espaço informa que, em média, se registaram 4.912 visitantes por dia.

"Esta subida é particularmente notória junto do público estrangeiro (+13,8%), mas também se faz sentir junto dos nacionais (+1,5%)", refere a mesma entidade.

São, inclusive, os estrangeiros que mais procuram o Castelo de São Jorge, num total de 1.666.520 no ano passado, o equivalente a 94%.

Relativamente aos visitantes nacionais, o número ficou-se pelos 106.888, ou seja, apenas 6%.

Além da visita ao castelo, ali existem outras atrações como a exposição permanente, constituída por um acervo descoberto nas escavações arqueológicas que, em 2016, recebeu 467.829 visitantes, mais 6,5% do que no ano anterior.

Por seu lado, o sítio arqueológico - com vestígios do século VII a.C, de meados do século XI e da última residência palaciana que foi destruída pelo terramoto de Lisboa de 1755 - acolheu 446.107 visitantes, o que representa um aumento de 4,2%.

A subida maior, na ordem dos 25%, registou-se na câmara escura, um sistema ótico de lentes e espelhos que está instalado na antiga Torre do Tombo. Aí verificaram-se 141.976 visitantes.

"Também são acentuadas as subidas no serviço educativo, com atividades destinadas a escolas, famílias e turistas: 28,9% acima do ano anterior, para um total de 166.930 participantes", segundo a informação hoje divulgada.

A entidade gestora do Castelo de São Jorge adianta que, em 2016, a programação cultural regular de teatro, dança, artes performativas e música do espaço contou com 5.856 espetadores, numa aposta que visava "incentivar outras formas de fruição do monumento", assim como o "diálogo contínuo entre os públicos e a cidade".

O Castelo de São Jorge está aberto todo o ano, podendo ser visitado das 09:00 às 18:00 entre 01 de novembro e 28 de fevereiro e das 09:00 às 21:00 entre 01 de março e 31 de outubro.

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