A gorjeta representa uma soma variável de dinheiro dado a quem presta um determinado serviço. É, habitualmente, um pequeno acréscimo aos rendimento dos trabalhadores na indústria da hotelaria e restauração.

Esta prática varia nos diversos pontos do globo, pelo que os viajantes se devem informar sobre a norma vigente no destino a visitar. Há países em que a gorjeta não é apenas esperada, mas sim algo essencial e necessário ao rendimento dos trabalhadores, enquanto noutros locais é considerada um insulto. Deixamos algumas dicas sobre esta prática qualquer que seja o seu destino.

Ásia

A gorjeta não é comum na maioria dos países asiáticos. No Japão é até considerada um insulto.

América

Nos Estados Unidos da América e Canadá a gorjeta representa 10% a 20% do valor total pago pelo serviço e é amplamente utilizada como forma de reconhecer a qualidade do serviço prestado em táxis, serviços de entrega de refeições, salões de cabeleireiro, restaurantes e hotéis. Nos países da América do Sul, se não for incluída na conta, não é esperada.

África

Mesmo não sendo obrigatória, a gorjeta é bem-vinda. Os trabalhadores dos sectores do turismo, hospitalidade e serviços auferem um salário muito baixo, pelo que as gorjetas podem representar um acréscimo significativo ao seu rendimento. Habitualmente, a gorjeta representa 10% do valor da conta final.

Europa

Em países como a Alemanha, Reino Unido e Espanha a gorjeta deve representar 10% a 20% da conta final. Mesmo não sendo obrigatório, os trabalhadores interpretarão a ausência de gorjeta como um sinal de insatisfação pelo serviço prestado. Na Islândia e Itália as gorjetas não são esperadas, enquanto na Dinamarca a gorjeta encontra-se já incluída na conta final.

Oceânia

Na Austrália e Nova Zelândia é pouco habitual dar gorjetas, exceto em restaurantes.

*Artigo corrigido a 29 de abril na passagem relativa à gorjeta na Europa.

Newsletter

Receba o melhor do SAPO Viagens. Semanalmente. No seu email.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.