Depois da primeira exposição no Edinburgh Fringe em 2017, o Vagina Museum viajou pelo Reino Unido como museu pop-up. A fundadora Florence Schechter recebeu um espaço permanente no Camden Market, no norte de Londres, e conseguiu £ 300.000 (cerca de 336.480 euros) para colocar o museu em funcionamento em novembro, através de uma campanha de financiamento coletivo.

Quando Florence Schechter descobriu que existe um museu dedicado a pénis e partes penianas no Museu Falológico da Islândia, mas nenhum no mundo dedicado à vagina, considerou que era "bastante injusto" e deu início ao projeto. O museu pretende acabar com o estigma e a vergonha que cercam a sexualidade das mulheres, com exposições que abrangem desde anatomia e sociedade até à menstruação e sexo.

O Museu da Vagina terá um programa de eventos com palestras, painéis, oficinas, aulas e noites de comédia, bem como um programa de divulgação que colaborará com profissionais médicos para fornecer melhores serviços para apoiar as comunidades trans e intersexuais. Também visa destacar questões importantes que afetam as mulheres, como o consentimento, a imagem corporal e interseccionalidade. Existe também uma loja de presentes que vende clitóris de croché, pendentes de vagina e adesivos e bolsas com a frase "vaginas são normais".

O Museu da Vagina está programado para abrir as portas a 16 de novembro. A primeira exposição é intitulada "Muff Busters: Mitos sobre a vagina e como combatê-los" e vai falar sobre todos os mitos difundidos sobre a vagina e a vulva.

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