Com uma longa costa pontilhada de belas praias e águas cristalinas, uma história importante, um património rico e uma gastronomia única, a Bahia tem tudo para agradar o visitante. Mas se precisa de mais uma razão, aqui tem: veja os preços fantásticos da TAP para este destino, marque os seus voos para Salvador e vá festejar o São João no Brasil!

Veja aqui tudo o que não pode perder.

FESTAS JUNINAS

Introduzidas pelos portugueses na época da colonização do Brasil, as festas juninas, rapidamente ganharam popularidade, principalmente no Nordeste, onde se enraizaram e passaram a fazer parte da cultura.

Nessa região, as comemorações são levadas a sério. Duram um mês e incluem muitas atrações, espetáculos e concursos, como aquele que elege os melhores grupos de dança de quadrilha (uma dança típica, feita em pares), que devem estar caracterizados como a ocasião pede. Um animador dita as frases dos respetivos passos e ações e, em seguida, os participantes devem submeter-se aos movimentos e coreografias estabelecidos. "Olha a chuva!”, “Olha o formigueiro!”, “A ponte quebrou!”, “É mentira!” são alguns dos “passos” mais conhecidos da quadrilha.

Uma das partes mais divertidas da Festa Junina é a caracterização. Chapéus de palha, tranças no cabelo para as meninas e camisas xadrez são de uso obrigatório.

Durante as festas são também acesas enormes fogueiras, em torno das quais as pessoas dançam e são realizadas várias outras brincadeiras que animam os participantes como  "o pau de sebo" e o "casamento na roça".

A comida é um dos elementos mais importantes das festas. Entre os pratos mais típicos servidos durante os festejos estão aqueles feitos à base de milho como canjica, curau, cuscuz com carne-seca e o bolo de milho ou fubá. A espiga de milho cozida e as pipocas também são um sucesso.

Entre os doces, destacam-se a "maçã do amor" (maçã mergulhada em calda de açúcar) que faz sucesso entre os casais e as guloseimas à base de amendoim, como o pé de moleque (nuggets), o amendoim torrado e a paçoca.

festas juninas
créditos: PxHere

O bolo de mandioca (macaxeira ou aipim), também conhecido por "mané pelado", é outro dos patrimónios das quermesses juninas. As explicações para uma designação tão curiosa são várias. A mais comum diz que o nome homenageia um agricultor que, por superstição, colhia mandioca nu.

Há ainda a presença cada vez mais comum do chocolate. A "nega maluca" é um prova disso. O bolo cremoso é feito com muito chocolate na massa e ainda leva uma cobertura generosa de calda e granulado.

PRAIAS

Depois de tantos festejos, nada melhor do que relaxar na praia e na Bahia não faltam belas praias por onde escolher.
Todo o litoral é um paraíso de areia imaculada, águas claras e vida selvagem.

Entre as mais deslumbrantes estão a Praia dos Nativos, próxima da pequena cidade de Trancoso; a Praia do Espelho, um pouco remota, mas que merece uma visita pelas suas falésias brancas escarpadas e bonitas palmeiras; Taipu de Fora, com as suas piscinas naturais e a Praia de Algodões, um santuário de beleza, com quilómetros e quilómetros de areia.

Bahia
créditos: The Travellight World

A Prainha, uma joia de Itacaré, é outra praia maravilhosa da Bahia. Para chegar à Prainha, os viajantes têm de caminhar cerca de meia hora por uma floresta tropical com vegetação cerrada e intocada, mas a jornada vale a pena. A Prainha raramente tem pessoas, apenas os sons das ondas a bater ao longo da costa e da brisa suave nas folhas de palmeira.

SALVADOR

Nenhuma viagem à Bahia pode ficar completa a visita à sua capital, Salvador. Fundado em 1549 pelos portugueses, o Centro Histórico da cidade é o maior conjunto arquitetónico do período colonial da América Latina. Parta à descoberta das suas ruas, praças e igrejas classificadas como Património Mundial pela UNESCO.

Pelourinho, Praça da Sé, Terreiro de Jesus, Largo do São Francisco e Santo António Além do Carmo são as áreas do Centro Histórico. Aqui vai encontrar museus, centros culturais, igrejas, restaurantes, hotéis e lojas.

Salvador nasceu no cimo de uma colina e foi-se expandindo em direção ao mar. Ocupou assim uma faixa costeira estreita, dividindo-se em cidade Baixa e cidade Alta.

A ligação entre as duas zonas não foi fácil, mas o problema ficou resolvido em 1872 com a construção do Elevador Lacerda, um dos ex-libris da cidade, que faz hoje parte da paisagem e do dia a dia do povo de Salvador.

catedral basílica salvador da bahia
créditos: Turismo Bahia - Elói Corrêa-SECOM / CC BY-SA 2.0

Visite ainda a fortaleza e farol de Santo António da Barra, construídos na era colonial para garantir a defesa do porto e guiar os navios para dentro e fora da Baía de Todos os Santos. Continue o passeio, calcorreando as ruas históricas. Dê especial atenção às mansões da antiga nobreza portuguesa e brasileira e não deixe de conhecer o monumento alusivo à consolidação da independência do Brasil.

O Elevador Lacerda levá-lo-á até ao Pelourinho, de onde vale a pena apreciar a vista maravilhosa. Caminhe pelas ruas pavimentadas com pedra original do século XVII e aproveite para se deslumbrar com a Igreja de São Francisco de Assis e com a Catedral Basílica. Por fora são ambos edifícios simples, mas brilhantes como ouro no interior.

A Fundação Casa de Jorge Amado é outro dos pontos de paragem obrigatória para quem quer conhecer melhor o escritor nascido na Bahia. Aí pode ver exposições dedicadas ao seu trabalho, bem como desfrutar de uma loja e de um café. Visite ainda a Casa do Rio Vermelho, onde viveram Jorge Amado e a esposa, Zélia Gatai.

Bahia
créditos: PxHere

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