"Vim visitar o castelo com a minha família e quando vi o cartaz, fiquei encorajado e aceitei receber a injecção", disse o engenheiro Liviu Necula, de 39 anos.

Os que aceitam ser vacinados no castelo recebem um certificado que destaca a sua "coragem e responsabilidade", com a promessa de que poderão regressar "nos próximos 100 anos", assim como uma visita gratuita à "câmara de tortura".

O Castelo de Bran, localizado num vale obscuro nos montes Cárpatos, é frequentemente associado ao príncipe romeno do século XV, Vlad Tepes, apesar de este nunca ter lá vivido.

O irlandês Bram Stoker, autor de Drácula, inspirou-se em Vlad e nas descrições do Castelo de Bran quando escreveu o romance de 1897, que ajudou a fundar o género moderno da literatura de vampiros.

O governo romeno lançou campanhas de vacinação e "maratonas" de 24 horas em locais públicos, como a Biblioteca Nacional de Bucareste, para imunizar o maior número possível de pessoas.

"Estes centros são para todos que desejam se vacinar sem ter que marcar uma consulta online", afirmou Beatrice Mahler, diretora do hospital Marius Nasta, à AFP.

Quase 3,6 milhões de romenos, de uma população de 19 milhões, receberam pelo menos uma dose da vacina anticovid, e as autoridades esperam chegar a cinco milhões até junho.

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