Em breve, a vida em clausura regressa ao Mosteiro da Cartuxa com o acolhimento das Irmãs do Instituto das Servidoras do Senhor e da Virgem de Matará, pelo que a Fundação Eugénio de Almeida convida, entre os dias 18 de abril e 14 de maio, a conhecer este exemplar da arquitetura religiosa, ímpar em Portugal, nas últimas visitas ao Mosteiro Cartuxa.

Local de oração e contemplação, durante 60 anos o Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli foi um espaço inacessível, marcado pela clausura, silêncio e recolhimento da comunidade de cartuxos. Agora, a vida em clausura vai regressar ao Mosteiro com o acolhimento da comunidade de Servidoras do Senhor e da Virgem de Matará.

Assim, neste momento de transição, a Fundação Eugénio de Almeida convida a participar nas últimas visitas guiadas ao mosteiro, numa oportunidade única de conhecer rituais, hábitos e exercícios espirituais praticados por quem o habitou.

Iniciada a sua edificação em 1587, o Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, foi o primeiro mosteiro da Ordem dos Cartuxos a ser construído em Portugal. Objeto de diferentes utilizações ao longo da sua história, como Hospício de Donzelas Pobres de Évora, Escola Agrícola Regional e centro de lavoura da Casa Agrícola Eugénio de Almeida, o mosteiro volta a recuperar a sua função religiosa, em 1960, graças à intervenção de Vasco Maria Eugénio de Almeida.

De portas abertas à cidade, entre 18 de abril e 14 de maio, será possível visitar gratuitamente o Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli em visitas livres todas as terças e sábados entre as 10h e as 13h ou em visitas guiadas mediante inscrição prévia.

Para mais informações sobre o programa de visitas ou sobre o Mosteiro da Cartuxa, consultar o site da Fundação Eugénio de Almeida.

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