Creme de tomate com marisco, sopas de tomate com bacalhau, tomate recheado, borrego de molho de tomate, gaspacho com carapaus fritos, choco frito com arroz de tomate, tomatada alentejana de ovo ou de peixe e crepe de doce de tomate e chocolate são algumas das iguarias que podem ser provadas nos restaurantes locais.

Os cerca de 50 pratos que fazem parte das ementas do certame são confecionados com tomate produzido na zona, "de acordo com normas e técnicas amigas do ambiente" e "colhido à mão", afiançou hoje à agência Lusa Álvaro Beijinha, presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, no distrito de Setúbal.

"Promover a restauração, a gastronomia e um produto que está fortemente enraizado na cultura agrícola e das próprias pessoas" são os principais objetivos do Festival do Tomate, organizado pelo município, com o apoio da Junta de Freguesia de Alvalade, Cooperativa Agrícola Alemsado e da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo.

O tomate começou a ser cultivado na zona de Alvalade em 1959, tendo a produção atingido o "ponto alto" entre 1973 e 1975, com uma área de plantação de 1.600 hectares, segundo divulgou o município numa nota enviada à agência Lusa, onde refere que na freguesia chegou a estar instalada a "maior fábrica de concentrado de tomate do país", encerrada nos anos 90.

Atualmente, o cultivo do tomate ocupa entre 300 e 450 hectares do território desta freguesia do interior do concelho de Santiago do Cacém.

A segunda edição do Festival do Tomate conta com a adesão de todos os restaurantes das localidades de Alvalade e Mimosa, que apresentam, no fim de semana, um menu especial para o evento.

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