Até o momento, o país nórdico limitava-se a recomendar a quarentena aos recém-chegados, sem penalidades estabelecidas. Segundo a ministra da Saúde, Krista Kiuru, os viajantes também podem passar por testes obrigatórios de COVID-19. Kiuru afirmou que as medidas serão implementadas o mais breve possível.

A decisão dá-se após uma série de relatos nos últimos dias de aviões vindos da Europa Oriental e dos Balcãs com passageiros infectados ou que se recusaram a fazer o teste.

No começo do verão, o número de casos de coronavírus era muito baixo, mas nos últimos sete dias foram registados 135 contágios.

"O número de infecções surpreendeu-nos a todos", disse Kiuru na segunda-feira, enquanto as autoridades de saúde culpavam os recém-chegados do exterior por parte do aumento de casos.

"Temos discutido se podemos interromper voos de países de risco. Estamos a investigar isso", afirmou Kiuru.

As novas medidas serão aplicadas a viajantes provenientes de todos os países exceto aqueles incluídos na "lista verde" da Finlândia, que são os que registaram menos de oito novos casos por 100 mil habitantes nas últimas duas semanas. Atualmente, 25 países encaixam-se nesse critério, incluindo Irlanda, Japão, Grécia, Chipre e Uruguai.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Finlândia tem uma das taxas de incidência do vírus mais baixas da Europa, com apenas três novos casos por 100 mil habitantes.

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