O salar de Uyuni é um lugar com uma majestosa paisagem que resulta de milhares de anos de transformação geológica e um processo lento de evaporação da água onde antes existia um lago. Atualmente é um mar branco de sal que faz as delícias dos milhares de visitantes que escolhem este famoso destino turístico na Bolívia.

Na sua imensidão, deparar-se-á com desertos áridos, géiseres em atividade, esculturas de pedra esculpidas pelo vento, cactos gigantes, lagoas de cor avermelhada e picos de vulcões cobertos de neve. Certos cenários parecem um verdadeiro oásis do deserto.

O percurso pode ser escolhido conforme o local de partida, geralmente o Chile ou a Bolívia. Em comum têm o facto de serem maioritariamente feitos em jipes com capacidade até 6 pessoas com várias paragens pelo caminho para visitar as diversas atrações.  O condutor para além de ser o guia histórico e geológico é também o cozinheiro e mecânico da viagem, o que a torna numa aventura divertida e diferente.

O deserto contém pouca fauna mas ainda assim poderá encontrar alguns animais entre os quais raposas, lhamas flamingos e ovelhas. Um cenário único e diferente de tudo o que já tenha visto.

Poderá visitá-lo o ano inteiro e, em cada mês, oferece um cenário distinto mas sempre belo e inesquecível. O inverno, entre junho e setembro, é a melhor altura para ver os vulcões e montanhas cobertos de neve embora o frio seja superior nesta altura.

Já na época de chuvas que compreende os meses de dezembro a março, a superfície fica alagada criando um cenário único de um espelho natural que reflecte as nuvens do céu e as estrelas à noite. Porém, caso a chuva seja intensa, os passeios poderão ser cancelados. Março e abril tornam-se assim os meses menos arriscados para quem procura esta paisagem.

Se vai fazer o passeio, prepare-se, pois ele é bastante cansativo. Para além do frio que se faz sentir todo o ano, a altitude do lugar e o consequente ar rarefeito poderão reduzir o transporte de oxigénio na corrente sanguínea. Entre os vários sintomas isso poderá causar cansaço excessivo, dificuldades em respirar, ansiedade, dor de cabeça, vómitos e mau estar.

Deverá fazer o percurso lentamente para dar tempo ao corpo para se adaptar à altitude, alimentando-se de três em três horas e bebendo muita água nos intervalos.

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