O estudo da DirectlyApply é feito a pensar no mercado do Reino Unido, mas, caso seja fluente a inglês, pode aproveitar a lista para pesquisar por novas oportunidades de emprego no exterior sem se preocupar em ter de se mudar para fora.

A  DirectlAply coloca Copenhaga em primeiro lugar pois a cidade tem boas oportunidades para conseguir uma carreira a trabalhar remotamente. O facto da maioria dos habitantes da capital da Dinamarca falarem inglês (86%) e o valor do salário médio (3,274 euros), são algumas das razões que fazem com que esta seja a melhor cidade para procurar um trabalho remoto. O estudo coloca também o valor dos voos, que são económicos para quem vive no Reino Unido, como outro factor importante na hora de procurar emprego, pois pode ser necessário visitar de vez em quando o escritório. Caso procure trabalhos remotos não se esqueça de verificar o valor dos voos.

Luxemburgo é país que se segue na lista, pois há grandes oportunidades de trabalho remoto e, claro, bons salários (3,577 euros).

Reykjavik, a capital da Islândia, é outra boa aposta para procurar emprego, pois 80% dos empregadores e respetivas equipa têm excelente proficiência em inglês. A média salarial é de  2,529 euros.

Lisboa encontra-se em 13º lugar e Paris encerra o top 20. O estudo ainda revela as cidades menos recomendáveis para procurar um trabalho remoto e Budapeste é a menos recomendável. Nesta cidade, só 3% das empresas oferece a opção de teletrabalho e os salários são menos atrativos comparativamente à média de salários das cidades do top 20.

Apesar de sua estreita diferença de fuso horário (GMT +2) e voos incrivelmente baratos (£ 18), Budapeste é oficialmente classificada como a pior cidade para encontrar o emprego dos seus sonhos online. Com apenas 3,4% das empresas oferecendo a opção de teletrabalho e menos de £ 700 no salário médio mensal, esta cidade tem poucos benefícios, tornando-a a pior opção para uma carreira digital.

Embora a média de salários seja mais alta do de Lisboa, Madrid e Roma encontram-se na lista das cidades menos recomendáveis, pois não existem menos oportunidades para trabalhar remotamente.

Pode consultar aqui o estudo completo.

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