Reygadas é uma "forte defensora da biodiversidade mexicana e da cultura sustentável", explicou o comunicado do "50 Best", que já a elegeu em 2014 como a melhor chef latino-americana.

Além do Rosetta, inaugurado em 2010 no bairro Colonia Roma da capital mexicana, Reygadas é conhecida pela padaria que funciona ao lado do estabelecimento e pelo outro restaurante, o Lardo, que oferece uma culinária mais informal.

O Rosetta inaugurou na Cidade do México com produção própria de massas artesanais, como o "tortellini de hoja santa".

A chef aperfeiçoou a maneira de interpretar a rica culinária tradicional mexicana ao longo dos anos, com pratos como pipián al pistacchio e tacos romeritos, além da pamonha com creme defumado morno.

É o terceiro ano consecutivo que uma mulher latino-americana ganha o prémio de melhor chef do mundo. A colombiana Leonor Espinosa foi a vencedora do ano passado e a peruana Pía León levou o mérito em 2021.

Numa nota, a cozinheira explica que "cozinhar é uma prática coletiva. Por isso, para mim, este prémio é de toda a minha equipa".

"Elena Reygadas trabalha para o futuro da gastronomia mexicana e estamos orgulhosos de apoiar a sua missão", disse o diretor de conteúdo do "50 Best", William Drew.

Elena Reygadas lançou recentemente um programa de bolsas de estudos para mexicanos que ingressem numa escola de gastronomia.

O "The Best" para o melhor restaurante do mundo será revelado no dia 20 de junho em Valência, Espanha.

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