Após a pressão de ativistas de grupos de defesa dos direitos animais, a autoridade administrativa do Parque Arqueológico de Angkor, em Siem Reap, no Camboja, anunciou que vai proibir passeios de elefante no início de 2020, e o processo já começou.

O Khmer Times informou que dois dos 14 elefantes atualmente no parque, local do famoso templo de Angkor Wat, foram levados para a floresta comunitária de Bos Thom, nas proximidades.

Os elefantes estão em Angkor Wat desde que a prática de transportar turistas começou em 2001. Em 2016, um elefante chamado Sambo morreu no parque, devido a um ataque cardíaco causado por insolação e exaustão. A sua morte levou a uma petição online que defendia o fim dos passeios de elefante em Angkor Wat, que reuniu mais de 185 mil assinaturas.

O World Wildlife Fund publicou um relatório, no ano passado, onde afirma que o número de elefantes asiáticos diminuiu 50% nas últimas três gerações. Existem menos de 50 mil a viverem em estado selvagem e são considerados uma espécie em extinção.

Espera-se que, em 2020, todos os 14 elefantes do parque sejam retirados. Estima-se que cerca de 2,5 milhões de pessoas visitem este local anualmente.

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