O estudo realizado pela FlightDelays.com envolveu peritos que analisaram as reclamações de passageiros por atrasos nos voos. As razões vão desde um piloto embriagado, um morcego que embateu na aeronave ou porque o avião ficou demasiado tempo ao sol. Parecem razões bizarras, mas estão entre algumas que o estudo avaliou.

Um voo da easyjet de Liverpool para Málaga protagoniza uma destas histórias. Um passageiro acidentalmente entornou um sumo de laranja depois de embarcar, causando uma falha elétrica que obrigou o avião a aterrar. O caso só foi descoberto depois de um passageiro ter levado a companhia aérea a tribunal para ser recompensado por este atraso. Foi ressarcido em 345 libras.

Outro caso aconteceu no aeroporto de Dalaman, na Turquia, onde um avião da companhia Jet2 que ia voar para Manchester, atrasou o voo porque o avião esteve demasiado tempo ao sol. O voo atrasou em 24 horas e o passageiro que reclamou acabou por se recompensado em 400 libras.

E as histórias continuam. Voos atrasados porque um morcego embateu no avião quando este estava a aterrar, e teve de estar cinco horas a ser verificado por questões de segurança; outro avião que atrasou o voo em 29 horas porque ficou sem combustível e foi atingido por um raio e quando se preparava para levantar voo, a tripulação recusou-se a voar porque tinha terminado o seu turno.

Steve Philips, especialista em compensações na FlightDelays.co.uk, disse ao jornal britânico The Independent, "quando um passageiro tem uma experiência destas, de atrasos em voos, tem motivos para reclamar e deve avançar com uma reclamação". No entanto, para ser elegível para uma reclamação, o passageiro deve garantir que o voo chegou ou partiu de um aeroporto com base na União Europeia, garantir que o atraso ocorreu nos últimos seis anos e que ultrapassou as três horas, explica a mesma fonte.

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