Bilhete-postal enviado por Patrícia Pinho

Uma lua-de-mel num sítio paradisíaco é o sonho de qualquer noiva, por isso a nossa opção foi a Riviera Maya: sol, praia, boa gente, património cultural único e puro relax!

E acreditem, foi a nossa melhor escolha, com exceção da viagem em si, que não se assemelhou nem de longe, nem de perto àquilo que tínhamos imaginado…

Saímos de Lisboa e tivemos logo uma aterragem forçada nos Açores, “para abastecer” (disse o comandante)… E lá ficamos nós com a pulga atrás da orelha: “Mas então acabamos de descolar e já não há combustível?!”

Lá levantamos voo novamente e a meio do Atlântico, quando já só vemos água por todo o lado, uma turbulência terrível que abanava o avião por todo o lado… “Ai que a gente não chega lá em condições!”

A verdade é que conseguimos chegar ao destino e gozar a merecida lua-de-mel, mas conseguem adivinhar o que aconteceu na viagem de regresso? É verdade, mais peripécias!

Duas horas à espera para entrar no avião, sem qualquer explicação por parte da tripulação, quando finalmente o comandante chama todos os passageiros e informa que tinham tido um pequeno problema, mas que estavam a tentar que a situação ficasse regularizada… Uma turbina avariada!

Lá começaram novamente as 1001 dúvidas, receios e angústias: “A sério?! Vamos ter que ficar aqui no aeroporto ou vão arriscar? E como é que vamos avisar os nossos familiares, se estamos sem dinheiro?”

Passados 30 minutos informam-nos que o problema foi resolvido e que já podíamos entrar no avião... Confesso que não costumo ser dramática, mas naquele momento vieram-me à cabeça todos os filmes, documentários, notícias e etc. sobre aviões que se despenham em alto mar…

A verdade é que não preguei olho durante toda a viagem de regresso e foi a primeira e única vez que vi todos os passageiros a rejubilarem de entusiasmo e a baterem palmas quando o avião finalmente aterrou em Lisboa!

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