Esta semana, o Wall Street Journal (WSJ) destacou a gastronomia do Douro que considera "humilde", "calorosa" e cada vez mais "criativa".

Apesar de se ter rendido à sua cozinha, o jornal norte-americano não se esqueceu dos seus vinhos e fez a devida referência.

Da Invicta até à fronteira com Espanha, em jeito de guia gastronómico, o WSJ mostra os restaurantes durienses que estão a dar cartas e a tornar o Douro num destino cada vez mais atraente a nível gastronómico.

Entre os restaurantes destacados, encontra-se a Casa de Chá da Boa Nova, em Leça da Palmeira, junto à Capela da Boa Nova. Com dois anos, a Casa de Chá da Boa Nova conta com a assinatura do chef Rui Paula, que lidera também a cozinha do DOC, situado no Cais da Folgosa.

Elogios também não faltaram ao Rib Beef & Wine, aberto recentemente no hotel Pestana Vintage Porto, e ao Castas e Pratos, em Peso da Régua.

E porque não se come apenas bem nos restaurantes sofisticados, também as tradicionais tascas e tabernas da região foram mencionadas. Papas Zaide, em Provesende, e Toca da Raposa, em Ervedosa do Douro, são dois exemplos.

Esta não é a primeira vez que a região do Douro recebe atenção da imprensa internacional. Em agosto, a CNN também se rendeu, afirmando que esta é a região vinícola mais bonita do mundo. Antes da CNN, já há quase um ano, o Douro entrou na lista dos oito lugares mais bonitos do mundo para apreciar o outono da Condé Naste Traveler.

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