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Dia 1

Dedicamos o primeiro dia na Serra da Estrela a mergulhos no rio, percursos pela natureza e à história da lã. O SAPO Viagens respondeu ao convite da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela e partilha agora alguns dos melhores locais desta região.
Para descansar
  • Praia Fluvial da Relva de Reboleira
    Começamos com uma sugestão de mergulho na praia fluvial da Praia Fluvial da Relva da Reboleira. Entre as sombras das cerejeiras ou nas águas límpidas do Zêzere, esta é logo uma boa forma de nos sentirmos imersos neste vale da Serra da Estrela. A apenas oito quilómetros do centro de Manteigas.
  • Trilhos Verdes: passeios a pé ou de bicicleta
    Todo o concelho de Manteigas pertence ao Parque Natural da Serra da Estrela e o município conta com mais de 200 quilómetros de percursos pedestres e de BTT para um maior contacto com a Natureza. Pelos "Trilhos Verdes" há dezasseis trilhos e duas grandes rotas para percorrer. O Vale Glaciar ou o Poço do Inferno são talvez dos pontos de interesse mais conhecidos mas há outros a explorar. Os caminhos podem ser seguidos por apps ou GPS ou até por Carta de Orientação.
  • Ecolã
    Na Ecolã podemos ver como se unem com perfeição a época medieval, a pastorícia e o design da atualidade. A fábrica tem visitas guiadas e podemos ver o a transformação da lã, desde a tosquia até ao produto final. O burel é o ex-líbris desta fábrica e todo o processo de confeção pode ser visto através de uma visita guiada.
  • Hotel da Fábrica
    Com vista para o Vale Glaciar e implementado na antiga fábrica da Ecolã, este hotel descreve-se como luxo rural e quem lá fica percebe bem porquê. Muitos pormenores com elegância remetem-nos para a história da lã e as suas origens ancestrais, mas a sua decoração e conforto convidam-nos a relaxar e a aproveitar a vista e a calma do Vale da Serra da Estrela. Tem uma piscina interior para um último mergulho do dia.
 

Dia 2

Vamos conhecer parte do património histórico de Belmonte e passear pela Serra da Esperança antes de seguimos para o Sabugal, onde nos perdemos entre as praias fluviais, a gastronomia e monumentos que surpreendem na paisagem.
Para descansar
  • Belmonte
    Esta vila foi a terra natal de Pedro Álvares Cabral e um dos locais mais importantes para a comunidade judaica em Portugal. Este legado histórico pode ser revisitado no Museu dos Descobrimentos e no Museu Judaico. Em Belmonte, também nos podemos virar para a Natureza e visitar a Serra da Esperança, onde a natureza oferece bonitas paisagens e ótimos percursos pedestres. O Convento de Belmonte é um dos marcos da elegância da região. Além do hotel, há também um restaurante gourmet.
  • Casa da Esquila
    A Casa da Esquila é um restaurante situado na aldeia de Casteleiro, no Sabugal. O chef Rui Cerveira serve-nos o mundo rural: junta os sabores que guardamos das memórias da infância com os melhores ingredientes da região. O resultado são experiências com muito sabor, elegância e conforto. Com decoração simples e tradicional, o restaurante merece uma visita.
  • Praia Fluvial de Vale das Éguas
    Na zona do Sabugal e também conhecida como Zona de Lazer da Ínsua, esta praia banhada pelo rio Côa consegue juntar um cenário bucólico com equipamentos que prometem entreter os diferentes veraneantes. Além de uma paisagem que convida a relxar, há ainda uma piscina, um bar, espaço para grelhados e parque de merendas que permitem uma dia bem passado neste local.
  • Ponte de Sequeiros
    A apenas oito quilómetros da praia fluvial de Vale das Éguas, a Ponte de Sequeiros surpreende pela imponência na paisagem. De estilo românico e com o tabuleiro assente em três arcos de volta perfeita, sendo que o central tem mais de 20 metros de altura, esta ponte remete à época em que o rio Côa fazia fronteira entre as vilas leonesas e as portuguesas e poderia funcionar como uma portagem entre os reinos. Hoje, tanto pelo monumento como pela paisagem que o cerca, vale certamente a visita.
 

Dia 3

Neste terceiro dia, vamos mergulhar na história, património e gastronomia de Pinhel. Começamos com a vista maravilhosa do Bogalhal Velho e das suas ruínas para rapidamente contrastarmos com o centro histórico muito bem arranjado e com a arquitetura moderna do restaurante Entre Portas. Por fim, exploramos os mistérios e os encantos do Calcanhar do Mundo - a aldeia de Cidadelhe, património da humanidade da UNESCO.
Para descansar
  • Bogalhal Velho
    Começamos o dia com uma surpresa numa das melhores vistas da viagem. O percurso até lá é por uma estrada de terra batida e da antiga aldeia de Bogalhal Velho só restam ruínas. Apesar do seu grande valor histórico e arqueológico, é a deslumbrante vista para o rio Côa e para a Serra da Marofa que nos chama a atenção. As belíssimas montanhas são de perder de vista em todas as direções que olhamos e está prevista para breve a construção de um miradouro no local.
  • Restaurante Entre Portas
    Paragem para almoço no centro de Pinhel, num restaurante no centro da vila onde a arquitetura moderna combina com o que há de melhor da gastronomia regional. Aqui há uma clara aposta no queijo da Serra, nos cogumelos, na carne e nos vinhos locais. Na foto, uma das entrada: Bruschettas de queijo da serra salteado de cogumelos e mel Encostas do Côa
  • A história e os mistérios de Cidadelhe
    Esta antiga freguesia do município de Pinhel, além de ser Património Mundial da UNESCO e enaltecida por Saramago, é um dos lugares imperdíveis nesta região. Era conhecida como "o calcanhar do mundo" e além da natureza há imensos mistérios a serem descobertos pela aldeia: quem guardava o pálio? Porque existe uma casa-forte só para o guardar? E quem mandou construir aquela a igreja e quem desenhou os seus tetos? E os símbolos nas portas das casas? A aldeia vale pela sua beleza e peculiaridades mas torna-se muito mais interessante com uma visita guiada.
  • Onde dormir: Cidadelhe Cidade Rupestre
    Cidadelhe, conhecida por ser o calcanhar do mundo, é por isso um pouco distante das outras vilas e cidades. Por isso, a oferta para estadia é reduzida mas a que existe é ótima e muito integrada no Parque Arqueológico do Côa. Existem 13 casas, quartos duplos a apartamentos com todas as comodidades para seis pessoas. Aqui, o silêncio e a sintonia com a natureza são uma garantia mas não faltam ideias para explorar o local e ficar a conhecer mais da história e natureza desta região.
 

Dia 4

Dos castelos e histórias literárias, continuamos a descobrir histórias perdidas pelas vilas e livros de Portugal. Paramos para continuar a provar as relíquias gastronómicas de Torre de Moncorvo e terminamos num passeio de barco no Douro Internacional.
Para descansar
  • Figueira de Castelo Rodrigo
    A aldeia histórica de Castelo Rodrigo é só por si um monumento, com importantes referências no plano medieval. As muralhas, as ruínas do palácio de Cristóvão de Moura, o pelourinho e a igreja são os principais destaques do local. De forma ficcional, foi também aqui que no século XVI parou Salomão e a caravana de homens e animais que viajou de Lisboa a Viena, em “A Viagem do Elefante”, de José Saramago. Está-se a criar uma rota turístico-literária inspirada nesta obra e que cruzará os concelhos do Fundão, Belmonte, Sabugal, Pinhel e termina em Figueira de Castelo Rodrigo.
  • Restaurante O Lagar
    Saímos de Castelo Rodrigo e seguimos para norte até Torre de Moncorvo. O restaurante O Lagar, com uma esplanada muito bonita, resguardada e agradável, mostra os vários pratos e as maravilhas da gastronomia regional. Os vinhos locais continuam a surpreender e a ocupar um lugar de destaque à mesa, tal como os queijos e enchidos. As especialidades são: ensopado de javali, favas guisadas com entrecosto, bacalhau à Lagar, migas de tomate com bacalhau frito, entre outras. Tudo é servido com muita qualidade e o espaço é tão confortável que só apetece ir ficando e continuar a provar.
  • Passeio de Barco em Barca de Alva
    Sugerimos seguir viagem até Barca de Alva, uma pequena e castiça aldeia já nas margens do Douro e com vista para Espanha. No seguimento das curiosidades literárias, também passou por aqui "A Cidade e as Serras" de Eça de Queirós, mas para terminamos a viagem, sugerimos apreciar a paisagem navegando pelo rio Douro. No cais fluvial pode apanhar-se um barco e deixar-se navegar entre uma paisagem tão fresca quanto aconchegante.

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