Segundo a mesma fonte, “a decisão está tomada”, falta o parecer do Conselho Nacional de Cultura, que todavia “não é vinculativo”.

A mesma fonte não adiantou qualquer data para a alteração de estatuto, nem o futuro nome do museu, instalado no antigo Paço Episcopal, junto à Sé, no centro histórico da capital alto-alentejana, frente ao templo romano.

Com esta classificação a eventual transferência da gestão do Museu da administração central para a câmara municipal, “fica totalmente posta de parte, apesar de ser um processo paralelo”, disse a mesma fonte.

Segundo o Grupo Pró-Évora, uma associação de defesa do património, o acervo museológico é composto por "valiosas coleções" de pintura, escultura, arqueologia, azulejaria, ourivesaria e joalharia, paramentaria e alfaias litúrgicas, têxteis e mobiliário.

Num comunicado hoje divulgado, a associação realçava que o museu detém “um conjunto patrimonial que ultrapassa em muito as dimensões local e regional e que é representativo da arte e da cultura nacionais, nos seus diversos períodos históricos".

A eventual transferência da gestão do Museu de Évora da administração central para a câmara municipal não era vista com "bons olhos" pelo presidente da autarquia e pela associação de defesa do património.

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