Este hotel tem uma arquitectura única e um design moderno pensado para causar o mínimo de impacto na paisagem circundante.

As suas linhas são direitas e seguem os socalcos de uma encosta “diluindo-se” nela. As paredes externas estão cobertas por relva o que aumenta a sensação de fusão com a natureza.

O interior foi projectado para nos dar a ideia de que estamos protegidos, mas ao mesmo tempo, conseguimos interagir com o exterior.

A natureza está sempre presente. Grandes janelas iluminam o interior e ajudam-nos a vislumbrar os maravilhosos cenários e a vida animal lá fora. Basta parar por alguns minutos para vermos uma coruja a caçar ou outro belo pássaro a posar mesmo à nossa frente.

Percorra a galeria e descubra alguns espaços do hotel.

A decoração das áreas comuns e dos quartos é minimalista, privilegiando o uso de matérias-primas como a madeira natural, ardósia, pedra, concreto, ferro enferrujado e vidro. A equipa do hotel mostrou-se calorosa e acolhedora.

O quarto em que fiquei hospedada era bastante confortável e gostei que a casa de banho tivesse o piso aquecido. O quarto não tinha televisão, mas não senti falta dela.

No exterior existe um uma banheira de hidromassagem com vistas deslumbrantes.

O restaurante surpreendeu-me pela qualidade e refinamento dos pratos apresentados. O buffet de pequeno almoço não era extenso mas achei-o satisfatório com uma boa secção de padaria, iogurte, cereais, sumos, doces locais e frutas.

O wi-fi é gratuito mas o sinal é fraco e falha muito.

No geral, adorei este hotel e recomendo-o a todos que estejam a pensar visitar a Patagónia chilena.

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Artigo originalmente publicado no blogue The Travellight World

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